FELIZ 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Um bom recomeço!!
É...mais um ano se foi... entre trancos e barrancos, se salvaram todos!
O Fim nos leva a refletir, idealizar, sonhar e recomeçar.
Pra todos os educadores, um ano vai e outro vem cheio de surpresas, desafios e a sensação de que voltamos ao início de tudo:RECOMEÇO. São novos alunos, uma nova escola que não temos como antes conhecer.
Para todos os meus colegas de profissão um feliz RECOMEÇO e que continuemos nessa força de fazer a diferença em nosso caminhar.
Grande abraço,
FELIZ 2012
Flavia Cardoso
O Fim nos leva a refletir, idealizar, sonhar e recomeçar.
Pra todos os educadores, um ano vai e outro vem cheio de surpresas, desafios e a sensação de que voltamos ao início de tudo:RECOMEÇO. São novos alunos, uma nova escola que não temos como antes conhecer.
Para todos os meus colegas de profissão um feliz RECOMEÇO e que continuemos nessa força de fazer a diferença em nosso caminhar.
Grande abraço,
FELIZ 2012
Flavia Cardoso
PPP (continuação)
Após a sensibilização, vem a programação. Essa parte exige um planejamento do coordenador e gestor escolar. Se vamos fazer um PPP e este deverá ser a bússola da escola, devemos trazer para ele o máximo de informações possíveis e depois organizá-las. Nessa parte deve-se designar quem vai fazer o que; Algumas informações são indispensáveis:
- Informações sobre a escola (estrutura, profissionais, alunos)
- Referencial Teórico da Instiuição(Missão, visão, etc) e todos os dados que se achar necessário.
Esse trabalho inicial, pode ser organizado da seguinte maneira:
1. Apresentação ou Introdução ( nela devem constar dados sobre o
espaço físico,instalações e equipamentos,relação de recursos
humanos,especificando cargos e funções;habilitações e níveis de
escolaridade de cada profissional que presta serviço na instituição.
2. Breve histórico da unidade escolar
3. Eixo norteador da escola ( é o que a diferencia das demais, a sua
identidade e função no meio social onde está inserida ).
4. Valores e Missão da escola
5. O que queremos? ( marco doutrinal).É a busca de um
posicionamento:
••• Político - visão ideal de sociedade e de homem
••• Pedagógico – definição sobre a ação educativa e sobre as
características que deve ter a instituição que planeja.
Ou seja :
- os princípios
- as teorias de aprendizagem
- o sistema de avaliação
Esse é um trabalho me grupo, e que todos os envolvidos com a elaboração do PPP da escola devem participar.
Continua...
Grande abraço
Flavia Cardoso
- Informações sobre a escola (estrutura, profissionais, alunos)
- Referencial Teórico da Instiuição(Missão, visão, etc) e todos os dados que se achar necessário.
Esse trabalho inicial, pode ser organizado da seguinte maneira:
1. Apresentação ou Introdução ( nela devem constar dados sobre o
espaço físico,instalações e equipamentos,relação de recursos
humanos,especificando cargos e funções;habilitações e níveis de
escolaridade de cada profissional que presta serviço na instituição.
2. Breve histórico da unidade escolar
3. Eixo norteador da escola ( é o que a diferencia das demais, a sua
identidade e função no meio social onde está inserida ).
4. Valores e Missão da escola
5. O que queremos? ( marco doutrinal).É a busca de um
posicionamento:
••• Político - visão ideal de sociedade e de homem
••• Pedagógico – definição sobre a ação educativa e sobre as
características que deve ter a instituição que planeja.
Ou seja :
- os princípios
- as teorias de aprendizagem
- o sistema de avaliação
Esse é um trabalho me grupo, e que todos os envolvidos com a elaboração do PPP da escola devem participar.
Continua...
Grande abraço
Flavia Cardoso
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
PPP - Sensibilização
O Projeto Político Pedagógico é um trabalho que deve envolver toda equipe escolar. Mas como trazer o corpo escolar para participar de sua elaboração?
Elaborar o PPP não é tarefa fácil. Quem acha que é só redigir uma série de ações que são mais possibilidades do que realidade e pronto, está errado. PPP é uma necessidade e deve ser elaborado com a participação de toda equipe escolar. O coordenador pedagógico e a gestão escolar tem essa consciência na maioria das vezes, mas como fazer com que os membros da equipe escolar entendam isso também? Ai entra o ponto de partida da elaboração do PPP: A SENSIBILIZAÇÃO
Nesta fase, temos a oportunidade de trazer o grupo e sensibilizá-lo para participar da construção do projeto.
O que fazer? Trazer à tona a realidade e mostrar o que precisa ser mudado para gerar resultados positivos.
Como fazer? utilzando alguns meios como filmes, músicas e etc.
Há pouco tempo, fiz um trabalho com um filme Chamado O Triunfo.
Elaborar o PPP não é tarefa fácil. Quem acha que é só redigir uma série de ações que são mais possibilidades do que realidade e pronto, está errado. PPP é uma necessidade e deve ser elaborado com a participação de toda equipe escolar. O coordenador pedagógico e a gestão escolar tem essa consciência na maioria das vezes, mas como fazer com que os membros da equipe escolar entendam isso também? Ai entra o ponto de partida da elaboração do PPP: A SENSIBILIZAÇÃO
Nesta fase, temos a oportunidade de trazer o grupo e sensibilizá-lo para participar da construção do projeto.
O que fazer? Trazer à tona a realidade e mostrar o que precisa ser mudado para gerar resultados positivos.
Como fazer? utilzando alguns meios como filmes, músicas e etc.
Há pouco tempo, fiz um trabalho com um filme Chamado O Triunfo.
Esse filme mostra que não importa a situação, sempre há uma saída. Ele conta a hisória de um professor que assumi uma turma que aos olhos de todos, era a pior da escola. Ele usa de todas as ferramentas e consegue mudar o perfil da turma, que alcançar os objetivos.
Acho esse filme propício porque mostra que, seja qual for o problema da escola, com força de vontade e planejamento tudo se resolve. Uma boa sugestão para começar o trabalho de PPP em sua escola.
Assim, é só trazer seus professores para escola, promover uma sessão cinema com pipoca e muita diversão, refletir sobre as dificuldades e a necessidade de um planejamento detalhado paraentão, juntos,resolverem a situação.
E aí, você conseguiu?? Então, já podem ir para o próximo passo...
Continua...
Grande abraço,
Flavia Cardoso
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Vale a pena ver de novo!
Estou adorando a nova série do fantástico Conselho de classe. E pra quem perdeu, ai vai algumas reportagens da série.E pra quem assistiu, vale a pena ver de novo.
É professores, é possível, e como é possível fazer a diferença!!!
É professores, é possível, e como é possível fazer a diferença!!!
Grande abraço
Flavia Cardoso
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Mapa conceitual - Projeto Político Pedagógico
O Cmap Tools é um ótimo recurso para fazer mapas conceituais e sintetizar qualquer conteúdo. Ótimo para trabalhos acadêmicos e ótima ferramenta para a sala de aula. Pode ser encontrado para download gratuito em http://cmap.ihmc.us/
Grande abraço,
Flavia Cardoso
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Reflexões sobre Projeto Político Pedagógico
O projeto Político Pedagógico surge da necessidade de mudança de situação da instituição educacional. É um trabalho colaborativo, onde toda equipe escolar deve participar efetivamente . A construção do PPP deve envolver toda a comunidade escolar. Ainda que as necessidades de elaboração e ajustes permanentes do PPP nem sempre sejam produzidas no interior da escola é nesse espaço que elas se materializam, fruto de decisão e trabalho coletivo. Algumas etapas são primordiais para que todo o corpo escolar esteja envolvido na produção .
“...Projetar significa procurar intervir na realidade futura,
a partir de determinadas representações sobre problemas
do presente e sobre suas soluções.”
BARBIER (1996)
A sensibilização é a primeira e mais importante pois nela, a equipe gestora tem em mãos a responsabilidade de SENSIBILIZAR e ENVOLVER o grupo no processo de construção do PPP. O Projeto Político Pedagógico deve nascer do anseio, desejo da comunidade escolar de realizar as mudanças necessárias. A sensibilização é um ponto de partida para atingir um nível esperado de mobilização e de negociação de interesses. Pode-se escolher uma música ou filme por exemplo. Uma sugestão de filme que pode ser sugerido é o A História de Ron Clark - O TRIUNFO . O filme conta a história de um professor impaciente, porém talentoso, que deixa sua casa na zona rural para se aventurar a dar aulas nas escolas de Nova York. Enquanto luta para manter seu otimismo ao se defrontar com um obstáculo após o outro, ele persiste variando a metodologia e alcançando o seu objetivo. O filme é bem propício para a ocasião pois, faz o grupo refletir sobre problemas existentes e ações para intervir e solucionar as situações prejudiciais ao bom andamento escolar.
A participação no processo de construção do PPP deve ser criteriosamente estudada afim de que todos participem. Cada pessoa deve assumir a responsabilidade de realizar o que lhe foi proposto para que o resultado seja inteiro e sem brechas. A direção Pedagógica é responsável pelo andamento no processo e a designação de tarefas que cada grupo irá desempenhar. O que fazer, como e quando são questionamentos que dirigirão a organização do processo. Para estruturar o Projeto Político Pedagógico , alguns pontos devem ser prioritariamente definidos: Para que estou fazendo o projeto político pedagógico?
O PPP é a bússola da escola. Antes de usarmos uma bússola devemos saber para onde queremos ir e isso é primordial na construção do PPP: O Marco Referencial. Ele especifica FINALIDADE.
Para saber onde quero ir, preciso saber onde estou: DIAGNÓSTICO. Ele mostra a realidade escolar . O diagnóstico é um dos pontos de partida na construção do PPP.
VEIGA (2001) define o Projeto Político Pedagógico assim:
É um instrumento de trabalho que mostra o
que vai ser feito, quando, de que maneira,
por quem para chegar a que resultados.
(p.110)
Como chegar aos resultados? Programação. Neste o trabalho coletivo é acentuado pois todos vão discutir, opinar e decidir as ações que determinarão as mudanças a serem realizadas. É a AÇÃO. Tenho a bússola, sei onde estou e para onde vou. Como vou chegar será estudado e discutido pela equipe durante o processo da construção. As ações determinadas nesse item, tem periodicidade que a equipe achar conveniente para que através da ação, o PPP alcance o resultado esperado .
Projeto Político Pedagógico é uma bússola extremamente necessária nessa viagem chamada Educação. Durante a viagem, a bússola deve está em lugar visível, orientando quem está à frente desta responsabilidade que é guiar esse barco (Diretores, coordenadores, professores e toda equipe escolar)
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O coordenador Pedagógico e a formação continuada (parte 1)
" Uma função fundamental do coordenador pedagógico é cuidar da formação e do desenvolvimento profissional dos professores."
Vera Maria Nigro
De acordo com o Regimento Escolar, Artigo nº. 129/2006-Resolução CEE/TO, "a função de coordenação pedagógica é o suporte que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso."
Já segundo Clementi (apud Almeida), cabe ao coordenador "acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas ações, também é importante que compreenda as reais relações dessa posição."
Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.
Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo do grupo para qualificação continuada desses sujeitos.Consequentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.
Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.
Na correria diária do coordenador Pedagógico, o mesmo deve atentar para essa necessidade de formação e se preparar para subsidiar seus professores. Isto exige do coordenador um olhar clínico constante e observador para as necessidades do seu professor para poder assessorá-lo.
Grande abraço
Flavia Cardoso
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Vamos falar sobre Projeto Político Pedagógico?
Ufs!! Decidi!!!
Estou terminando a minha pós graduação em gestão escolar e coordenação pedagógica e,nesta reta final, já estou com a cabeça a mais de mil, pensando no meu TCC. Decidi fazer sobre um tema que vai me ajudar na atuação profissional e me fazer entender um pouco mais sobre todo o processo da produção do projeto político pedagógico. Para alguns não passa de um documento que fica engavetado e, infelizmente, é esta ideia que alguns profissionais da educação tem sobre o que eu chamo de "A bússula da escola". Uma escola sem Projeto Político Pedagógico é como uma escola a deriva em alto mar. Uma escola com o Projeto Político Pedagógico feito de qualquer jeito é como um barco que sai para uma viagem desprevenido.
Minhas reflexões ao longo do processo,serão postas aqui no meu blog e espero poder socializar o meu estudo afim de ajudar outros profissionais com os mesmo milhões de dúvidas que eu sobre o PPP, tão importante para o bom andamento da escola.
Grande abraço
Flavia Cardoso
Estou terminando a minha pós graduação em gestão escolar e coordenação pedagógica e,nesta reta final, já estou com a cabeça a mais de mil, pensando no meu TCC. Decidi fazer sobre um tema que vai me ajudar na atuação profissional e me fazer entender um pouco mais sobre todo o processo da produção do projeto político pedagógico. Para alguns não passa de um documento que fica engavetado e, infelizmente, é esta ideia que alguns profissionais da educação tem sobre o que eu chamo de "A bússula da escola". Uma escola sem Projeto Político Pedagógico é como uma escola a deriva em alto mar. Uma escola com o Projeto Político Pedagógico feito de qualquer jeito é como um barco que sai para uma viagem desprevenido.
Minhas reflexões ao longo do processo,serão postas aqui no meu blog e espero poder socializar o meu estudo afim de ajudar outros profissionais com os mesmo milhões de dúvidas que eu sobre o PPP, tão importante para o bom andamento da escola.
Grande abraço
Flavia Cardoso
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Semana Literária Educação Infantil
(história escolhida pela turma para composição do museu dos contos e outros).
-teatro com fantoches
-teatro com sombras (podendo usar o data show, Lanterna e etc.)
Dramatização coletiva e individual
Atividade – Modelagens de personagens com massinha para expor (sala de aula ou pátio)
Terça-feira Cantinho do conto: Toca com lençol (Trazer um lençol, fazer um cantinho para leitura provocando a curiosidade promovendo o suspense na hora da leitura com as crianças.
Atividade – Ilustração do Conto preferido
Sugestão: As crianças pintam a folha (na vertical ou horizontal) com giz cera de várias cores. Depois por cima, pintam de giz cera preto. Depois de feito, as crianças com lápis comum desenham (o fundo colorido, aparece nos traçados) Fica bem Legal!!
-Quarta-feira- Montar com as crianças o MUSEU DOS CONTOS.
As crianças listam objetos que aparecem no conto escolhido e trazem para escola para montarem o MUSEU.
EX: Branca de Neve ( Maçã, roupa da Branca de Neve, Machado dos anões, espelho, adaga...)
Os três porquinhos (martelo, pedaços de madeira, palha, areia, tijolo, carro de mão,...)
Cinderela (sapato prata, abóbora, vestido azul*,...)
- Leitura de outros Gêneros textuais (Poemas, Fábulas, entre outros)
-Quinta-feira Pedir que as crianças tragam seu livro favorito de casa para montar o varal dos livros em sala. Promover momentos de leitura livre onde as crianças socializem os livros e recontem os seus contos favoritos.
Atividade: Nos contos de fadas é bem comum existirem castelos, príncipes e princesas. Uma ótima proposta é estimular a criatividade das crianças na construção de castelos com caixas ou sucata para exposição.
Durante as rodas de leitura, levar os alunos para a área externa da escola, possibilitando aos alunos, fazerem leitura deitados, sentados ou em um tapete, proporcionando uma aula diferenciada em ambiente agradável.
-Sexta-feira
- Filme de contos de fadas
- Culminância com dramatização de contos
- Promover banquete e baile real.
Grande abraço,
Flavia Cardoso
domingo, 23 de outubro de 2011
Para abrir a semana literária... Príncipe Harum
Um conto diferente que pode ser contado de forma dramatizada, usando "caras e bocas". Experimente !
Há muito tempo atrás, em um lugar muito distante, havia um reino governado por um rei muito justo. Por isso, era um país próspero, onde as pessoas se sentiam bem e viviam muito felizes. No palácio, moravam o rei, a rainha e a princesinha, filha dos dois e que era a grande paixão do monarca.
Tudo transcorreu em harmonia naquele lugar enquanto a princesa era criança, mas, depois que ela foi crescendo e se aproximando da idade de se casar, seu pai, o rei, começou a ficar intranqüilo. Ciumento como era, tinha medo do dia em que sua filhinha se casasse e fosse morar em outro lugar, longe dele.
Uma vez que a princesa era uma moça linda, alegre e simpática, sua fama logo se espalhou pelos reinos vizinhos e de todas as partes do mundo começaram a chegar príncipes interessados em se casar com uma jovem tão especial. O rei, como vocês devem imaginar, ficou desesperado e resolveu montar um plano para que sua filha não saísse de seu lado. Assim sendo, com cada príncipe que vinha pedi-la em casamento travava o seguinte diálogo:
— Muito bem, príncipe, já que você deseja a mão de minha filha em casamento, precisa provar-me que é forte e corajoso o suficiente para dela cuidar e eu poder estar tranqüilo de que ela estará bem. Para isso precisará enfrentar provas de coragem, força e astúcia, que o colocarão em risco. Estás disposto a enfrentá-las?
— Sem dúvida, majestade, estou disposto a provar-lhe o quanto sou merecedor de tão grande honra e responsabilidade como desposar sua linda filha!
E o rei, então, encarregava os príncipes de cumprirem missões dificílimas, longas e impossíveis, como buscar uma flor que nascia no pico da montanha mais alta, ou matar um dragão ferocíssimo que morava numa caverna de um país distante, ou ainda trazer um pedaço da barba do gigante mais temido. Desta forma, os príncipes partiam e jamais voltavam, perdidos pelo mundo ou mortos em algum canto em conseqüência de suas aventuras. E o rei permanecia feliz, com sua filha pertinho...
Um dia, estavam todos reunidos no salão real quando o arauto, batendo com a lança no chão, anunciou:
— Encontra-se nos portões do palácio um príncipe chamado Harum que, vindo de reino distante, pede licença para falar com sua majestade.
— Mande-o entrar — ordenou o rei.
Jovem, altivo e garboso, Harum entrou pela porta do salão inundando o ambiente de força e energia. A princesa, ao vê-lo, ficou imediatamente fascinada, e pela primeira vez desejou ardentemente que a prova fosse vencida e ela pudesse partilhar do convívio daquele jovem tão especial. O rei, percebendo a força do rapaz e o interesse da filha, sentiu como nunca o perigo de perdê-la se aproximando e resolveu que a prova que escolheria deveria ser mais terrível do que nunca. Assim sendo, diante do pedido de casamento feito por Harum, avisou-o da prova que teria que enfrentar e, diante de sua concordância em dela participar, anunciou-lhe:
— Para provar sua coragem e astúcia, deverás fugir durante 24 horas dos guardas e cães amestrados do meu reino, ficando todas as pessoas proibidas de ajudá-lo ao longo da prova. Se, depois do prazo corrido, conseguires voltar com vida a essa sala do palácio, poderás desposar minha amada filha. Estás disposto a enfrentar o risco da morte por ela?
— Sim, majestade. Pode dar início à prova quando achares conveniente.
O rei, nesse momento, levantou-se e ordenou:
— Que toquem todas as trombetas do reino dando início à prova, e daqui a quinze minutos que toquem novamente, para que todos os guardas e cães partam na perseguição mortal.
Todos os presentes ouviram as trombetas soarem com o coração nas mãos. A princesa, sufocada pela angústia, mal conseguia se controlar. A rainha, sem saber a quem agradar, se ao marido ou à filha, olhava de um lado para o outro, tentando descobrir o que pensava de toda aquela situação...
Seguiu-se, então, longa espera. De tempos em tempos chegavam notícias e todos paravam para ouvi-las atentamente.
— O príncipe Harum foi visto com vida no condado de Hamphisfire, escondido no celeiro de uma fazenda.
Os cães e guardas tentaram alcançá-lo, mas ele foi mais ágil, e fugiu! — anunciava o arauto. Suspirava de alívio a princesa, roía-se de raiva o rei, comentavam a meia voz a corte toda...
Horas depois o arauto voltava a anunciar:
— O príncipe foi pego pelos cães reais e estraçalhado. As notícias indicam que a prova está terminada. Caía em prantos a princesa, rejubilava-se o pai, permanecia em suspenso a rainha. A corte parava de sorrir e todos comentavam o fato entre sussurros. Era como se um véu baixasse sobre o reino. Mas quando tudo parecia perdido, chegavam novas notícias, vindas por outros emissários:
— O príncipe foi visto na vila de Sesquaire sobre os telhados de algumas casas. Emoção geral. A princesa quase desmaiava de alegria, o pai rugia de raiva! E, nesses encontros e desencontros das notícias, ninguém sabia o que efetivamente havia acontecido! Estaria o príncipe vivo? Teria morrido? A dúvida e a emoção pairavam no ar...
Vinte e quatro horas depois de iniciada a prova, encontravam-se todos no salão real. A princesa roía as unhas, tirando peles e sangue dos cantinhos... o rei, rugas na testa, mãos para trás, andava para lá e para cá... a rainha ora contava algo para a filha, ora caminhava em silêncio ao lado do marido. O clima era de expectativa geral, quando as trombetas soaram e as portas do salão foram escancaradas.
Pararam todos como autômatos. O silêncio era tão grande que se ouviam os corações batendo, quando o arauto entrou, bateu com a lança no chão e falou:
— O príncipe voltou.
— O príncipe voltou?!? — rugiu entre dentes o rei.
— O príncipe voltou!!... — murmurou a princesa.
— O príncipe voltou!?! — perguntava-se a rainha.
Adentrou, então, o salão o jovem príncipe, sujo e rasgado das aventuras e perigos que tivera que enfrentar para conquistar o amor da amada. A corte aplaudia em pé, entusiasmada, tanta coragem. É claro, leitor, que o rei não teve outra saída, e os dois jovens casaram-se e viveram felizes para sempre... Ou não?
sábado, 15 de outubro de 2011
Ao professor
Chegamos a mais um fim de semana... E esse tem lá a sua particularidade, pois ele é seu professor.
É... Amanhã, 15 de outubro, seu dia. Um dia que pra alguns é um dia qualquer, sem importância. Mas para você, que todos os dias dá um duro danado pra fazer nossas crianças saírem da escola diferentes do que elas entraram, é um dia muito especial.
Pois só você sabe o quão árduo e importante é o seu trabalho. Dizer que é fácil, é utopia. Sabemos que na atual sociedade, os desafios só aumentam e ser professor é cada dia mais difícil... Falei difícil, mas não impossível porque ser ou não ser, depende de mim, depende de você. Depende se quero vencer ou deixar-me vencer. Depende de querer mudar ou continuar do mesmo jeito. Depende de mim...depende de nós... Eu posso perder a batalha, mas não a guerra... Ah se soubéssemos a dimensão da nossa capacidade, seríamos invencíveis...
Professor, você é especial!! Muito especial!!! Não deixe que ninguém diga o contrário. Você é o alicerce da sociedade, você é mãe, é pai, médico, cozinheiro, ator, malabarista... Você é um, mas é muitos... E por ser quem você é, que trabalha para mudar uma sociedade quase que desenganada, nesta data merece tudo de bom! Merece o mérito, o mais especiais pois você é vencedor!!!
Não vou dizer que tudo é belo e perfeito... Sabemos que não é mas não desista, mesmo que pareça impossível... "É importante bater na porta até abrir"... "É importante fazer das pedras do caminho, castelo!"...
Você tem capacidade de mudar a realidade! As dificuldades surgem não para nos paralisar e sim para reforçar a capacidade que todo professor tem de superar e vencer... Sei que as vezes está tudo nublado, é tempestade... dance na chuva. Pode ficar pior? Pode, mas não tema o futuro, ouse. E lembre-se: ACIMA DAS NÚVENS PRETAS, SEMPRE HAVERÁ UM CÉU AZUL! Tem aquele sorriso danado, tem aquele abraço, tem o resultado do seu trabalho... O caminho é difícil, mas no fim vale a pena. Você plantou sua semente que logo veras florescer.
São minhas sinceras palavras a um profissional ímpar, no qual admiro muito: Você professor!!
Parabéns!! Que papai do céu te abençoe grandemente!!!
Flavia Cardoso
"Quando o que somos é o que queremos ser, isto é felicidade." .
É... Amanhã, 15 de outubro, seu dia. Um dia que pra alguns é um dia qualquer, sem importância. Mas para você, que todos os dias dá um duro danado pra fazer nossas crianças saírem da escola diferentes do que elas entraram, é um dia muito especial.
Pois só você sabe o quão árduo e importante é o seu trabalho. Dizer que é fácil, é utopia. Sabemos que na atual sociedade, os desafios só aumentam e ser professor é cada dia mais difícil... Falei difícil, mas não impossível porque ser ou não ser, depende de mim, depende de você. Depende se quero vencer ou deixar-me vencer. Depende de querer mudar ou continuar do mesmo jeito. Depende de mim...depende de nós... Eu posso perder a batalha, mas não a guerra... Ah se soubéssemos a dimensão da nossa capacidade, seríamos invencíveis...
Professor, você é especial!! Muito especial!!! Não deixe que ninguém diga o contrário. Você é o alicerce da sociedade, você é mãe, é pai, médico, cozinheiro, ator, malabarista... Você é um, mas é muitos... E por ser quem você é, que trabalha para mudar uma sociedade quase que desenganada, nesta data merece tudo de bom! Merece o mérito, o mais especiais pois você é vencedor!!!
Não vou dizer que tudo é belo e perfeito... Sabemos que não é mas não desista, mesmo que pareça impossível... "É importante bater na porta até abrir"... "É importante fazer das pedras do caminho, castelo!"...
Você tem capacidade de mudar a realidade! As dificuldades surgem não para nos paralisar e sim para reforçar a capacidade que todo professor tem de superar e vencer... Sei que as vezes está tudo nublado, é tempestade... dance na chuva. Pode ficar pior? Pode, mas não tema o futuro, ouse. E lembre-se: ACIMA DAS NÚVENS PRETAS, SEMPRE HAVERÁ UM CÉU AZUL! Tem aquele sorriso danado, tem aquele abraço, tem o resultado do seu trabalho... O caminho é difícil, mas no fim vale a pena. Você plantou sua semente que logo veras florescer.
São minhas sinceras palavras a um profissional ímpar, no qual admiro muito: Você professor!!
Parabéns!! Que papai do céu te abençoe grandemente!!!
Flavia Cardoso
"Quando o que somos é o que queremos ser, isto é felicidade." .
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Eles sabem demais, eu sei de menos? Isso realmente é verdade?
Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contemporânea, somos tentados a chamar “alguém mais novo” para nos auxiliar. Parece que eles sabem mais do que nós... Seja no celular, no computador, no DVD (que virou Blue Ray), no GPS... Parece que eles sabem mais do que nós... Quem já viu um adolescente lendo um manual de instruções?
De fato, em comparação às gerações anteriores, os jovens de hoje têm um conhecimento inato acerca dos recursos tecnológicos contemporâneos. Nascem “alfabetizados digitalmente” e são surpreendentes de modo geral.
De modo intuitivo ou empírico, todos vêm sentindo essas diferenças. Muito se deve às tecnologias contemporâneas. Os alunos parecem ser naturalmente plugados, conectados. A geração C – Geração do Conhecimento, da Conectividade, da Comunicação.
Nós, ao contrário, somos frutos de uma educação tecnicista, compartimentada, analógica por assim dizer, anterior a todo esse movimento.
As consequências são óbvias: sentimo-nos diferentes dos alunos e, às vezes, parece-nos que eles, nesse assunto, sabem muito mais do que nós.
Vamos por partes...
Diferentes? Sim. Sabemos menos? Depende. Tem solução? Com toda certeza.
Para entender a complexidade dessa questão, é preciso analisar as diferenças das gerações. Enquanto nossa educação e vivências nos proporcionaram uma visão verticalizada dos conhecimentos e das nossas habilidades, nosso aluno tem uma visão horizontal. E além de horizontal, inter- -relacionada.
Nós executamos uma tarefa de cada vez, com grande dose de concentração, enquanto os jovens são multitarefeiros: estão plugados na web, navegando em sites, fazendo download de músicas e vídeos, teclando com 15 pessoas ao mesmo sobre assuntos diferentes no MSN, atualizando a página do ORKUT, com a TV e o rádio ligados e de quebra, ainda estão realizando as tarefas escolares ou estudando para as provas...
É preciso desmistificar essa ideia de que eles sabem mais. Nossos alunos têm conhecimentos e habilidades diferentes dos nossos. Precisamos compartilhar e trocar com eles. Buscar entender como essas cabecinhas funcionam, qual lógica e qual linha de raciocínio utilizam... Precisamos nos aproximar dos nossos alunos, conhecendo o mundo digital em que vivem, respeitando e valorizando o conhecimento deles e fortalecendo e estreitando as relações.
Do mesmo modo, devemos compartilhar com eles as nossas habilidades, em especial a de concentração que, cá entre nós, tem estado ausente da vida dos nossos pupilos.
Enfim, concluo este artigo com um convite à reflexão, partilhando um pensamento atribuído a Alfredo Martini Júnior
"Ensinar é um reflexo de aprender. Um espelha o outro! Quem ensina está aprendendo! Quem aprende está ensinando.
Texto maravilhoso publicado no site da Editora Construir, que socializo com os colegas aqui.
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domingo, 2 de outubro de 2011
Por que as crianças mordem na Educação Infantil? (parte 2)
Evitar as mordidas?? Os educadores tentam ao máximo, mas sempre acabam acontecendo e ai o professor, a família da criança mordedora e da criança mordida se vêm numa situação "incômoda". É importante que todos saibam como agir diante das situações nas quais uma criança é mordida por outra. Situações tão comuns nas salas de Educação Infantil.
Não raro, os pais da criança mordida, depois da terceira ou quarta reincidência, chateados e muitas vezes bem descontentes em virtude das marcas de mordida em sua criança, interpelam professores questionando a respeito das atitudes que serão tomadas em relação a criança e a família dela.
Tenho aqui que dar uma parada obrigatória. Há algumas considerações que não posso deixar de explicitar neste texto.
Nenhuma criança, e digo nenhuma criança realmente, merece levar o rótulo de “mordedora”, por mais que a vítima seja o seu gostoso bebê. Isso fica mais fácil de aceitar como verdade, desde que todos os adultos possam se colocar no lugar dessa criança. Ou melhor, e mais eficaz ainda, imaginar que essa criança “mordedora” (que horrível!!!) poderia ser seu próprio filho ou filha.
E por falar nisso, jamais se esqueçam também de que “tirar satisfações” com os pais ou com a babá da criança que mordeu várias vezes o seu filho em nada irá contribuir para que possamos solucionar esses repetidos eventos.
Os pais dessas crianças invariavelmente estão tão preocupados ou até mesmo tão arrasados quanto os pais das crianças que foram mordidas. Além de não saberem como agir, ainda têm que circular entre outros pais nos eventos infantis, com o rótulo de péssimo educador e ver o seu filho ou filha sendo “isolado”, delicadamente, do convívio social das outras crianças. É bem triste!
Feitas essas considerações, podemos citar alguns procedimentos que devem ser realizados, quando uma criança morde a outra:
Professor, seja firmes com a criança que porventura tenha mordido. Abaixe-se para poder olhar diretamente nos olhos dela e assim converse. Mostre o ferimento do colega e explique a criança que ninguém gosta de sentir dor.
Ofereça maneiras para que a criança que mordeu possa ajudar a fazer o “curativo” na criança mordida.
Procure descobrir o motivo que fez surgir tal comportamento e mostre a criança outras formas de expressão.
Tente solucionar esse desafio no contexto escolar (pois se acontece na escola, na presença de outras crianças, a solução deve vir da escola), porém, quando o fato se mostra repetitivo e algo mais se manifesta, chame os pais, para juntos, em parceria, encontrar as causas desse comportamento recorrente e eventuais estratégias para ajudar a criança.
Não raro, os pais da criança mordida, depois da terceira ou quarta reincidência, chateados e muitas vezes bem descontentes em virtude das marcas de mordida em sua criança, interpelam professores questionando a respeito das atitudes que serão tomadas em relação a criança e a família dela.
Tenho aqui que dar uma parada obrigatória. Há algumas considerações que não posso deixar de explicitar neste texto.
Nenhuma criança, e digo nenhuma criança realmente, merece levar o rótulo de “mordedora”, por mais que a vítima seja o seu gostoso bebê. Isso fica mais fácil de aceitar como verdade, desde que todos os adultos possam se colocar no lugar dessa criança. Ou melhor, e mais eficaz ainda, imaginar que essa criança “mordedora” (que horrível!!!) poderia ser seu próprio filho ou filha.
E por falar nisso, jamais se esqueçam também de que “tirar satisfações” com os pais ou com a babá da criança que mordeu várias vezes o seu filho em nada irá contribuir para que possamos solucionar esses repetidos eventos.
Os pais dessas crianças invariavelmente estão tão preocupados ou até mesmo tão arrasados quanto os pais das crianças que foram mordidas. Além de não saberem como agir, ainda têm que circular entre outros pais nos eventos infantis, com o rótulo de péssimo educador e ver o seu filho ou filha sendo “isolado”, delicadamente, do convívio social das outras crianças. É bem triste!
Feitas essas considerações, podemos citar alguns procedimentos que devem ser realizados, quando uma criança morde a outra:
Professor, seja firmes com a criança que porventura tenha mordido. Abaixe-se para poder olhar diretamente nos olhos dela e assim converse. Mostre o ferimento do colega e explique a criança que ninguém gosta de sentir dor.
Ofereça maneiras para que a criança que mordeu possa ajudar a fazer o “curativo” na criança mordida.
Procure descobrir o motivo que fez surgir tal comportamento e mostre a criança outras formas de expressão.
Tente solucionar esse desafio no contexto escolar (pois se acontece na escola, na presença de outras crianças, a solução deve vir da escola), porém, quando o fato se mostra repetitivo e algo mais se manifesta, chame os pais, para juntos, em parceria, encontrar as causas desse comportamento recorrente e eventuais estratégias para ajudar a criança.
Espero ter ajudado,
Flavia Cardoso
Falou e disse
Maria Elisa Neves de Oliveira
domingo, 25 de setembro de 2011
Por que as crianças mordem?
Essa pergunta é a mesma feita por pais e professores na Educação Infantil. É uma reclamação constante de pais que tem os filhos, vítimas dessa situação. Qual a reação da escola e a ação dos professores frente à essa situação?
Em primeiro lugar, as mordidas nessa etapa de vida são extremamente esperadas e absolutamente normais. Não é uma situação agradável pra ninguém: criança, pais, educadores e escola. Existem vários motivos para que a criança nessa fase morda.
Desde o aparecimento dos primeiros dentes até os 2 anos, aproximadamente, as crianças costumam morder brinquedos, pessoas de seu convívio e objetos de seu dia-a-dia. Fazem isso em busca de novas sensações e movimentos, tomando assim, aos poucos, consciência de seu próprio corpo – de seu “eu corporal” e de seus limites. Tal característica também é conhecida como “fase oral”. Fase pela qual a criança começa a interagir com o mundo, através da sua boca. E é justamente através da boca que a criança faz importantes descobertas e começa a separar o que a constitui daquilo que constitui o outro. Provoca reações ao mesmo tempo em que revela diferentes e inéditas sensações.
Outra razão para que as crianças mordam é a falta de domínio verbal. Por não saberem se expressar, muitas vezes mordem por conta da necessidade de se comunicarem. Assim conseguem, através das mordidas, expressar seu descontentamento, suas frustrações, seus desejos e necessidades. Mordem, então, por serem incapazes de se comunicarem com clareza.
Em contrapartida, sentimentos de carinho e afeto também podem suscitar mordidas, justamente por serem emoções que ainda não podem ser nomeadas pela criança. Afinal, quantas vezes nós, adultos, expressamos amor por alguma criança, usando expressões errôneas, como: “Que lindo, dá até vontade de morder!” ou “Posso morder essa barriguinha?” . Não podemos esquecer que o adulto é, de fato, o primeiro modelo a ser seguido pela criança.
Em primeiro lugar, as mordidas nessa etapa de vida são extremamente esperadas e absolutamente normais. Não é uma situação agradável pra ninguém: criança, pais, educadores e escola. Existem vários motivos para que a criança nessa fase morda.
Desde o aparecimento dos primeiros dentes até os 2 anos, aproximadamente, as crianças costumam morder brinquedos, pessoas de seu convívio e objetos de seu dia-a-dia. Fazem isso em busca de novas sensações e movimentos, tomando assim, aos poucos, consciência de seu próprio corpo – de seu “eu corporal” e de seus limites. Tal característica também é conhecida como “fase oral”. Fase pela qual a criança começa a interagir com o mundo, através da sua boca. E é justamente através da boca que a criança faz importantes descobertas e começa a separar o que a constitui daquilo que constitui o outro. Provoca reações ao mesmo tempo em que revela diferentes e inéditas sensações.
Outra razão para que as crianças mordam é a falta de domínio verbal. Por não saberem se expressar, muitas vezes mordem por conta da necessidade de se comunicarem. Assim conseguem, através das mordidas, expressar seu descontentamento, suas frustrações, seus desejos e necessidades. Mordem, então, por serem incapazes de se comunicarem com clareza.
Em contrapartida, sentimentos de carinho e afeto também podem suscitar mordidas, justamente por serem emoções que ainda não podem ser nomeadas pela criança. Afinal, quantas vezes nós, adultos, expressamos amor por alguma criança, usando expressões errôneas, como: “Que lindo, dá até vontade de morder!” ou “Posso morder essa barriguinha?” . Não podemos esquecer que o adulto é, de fato, o primeiro modelo a ser seguido pela criança.
E como agir?
Continua...
Flavia Cardoso
domingo, 18 de setembro de 2011
A prova e o ato de avaliar... são iguais?? (parte 2)
A prova pouco ou quase nada contribui para abordagem construtiva da avaliação da aprendizagem escolar. Segundo Luckesi (2003), Diz que a prova é:
Autoritária, pois o professor controla disciplinamente os alunos;
Pontual, pois demarca determinadas épocas avaliativas do ano escolar;
Classificatória, pois delimita valores que aprovam e reprovam;
Seletiva, pois, conforme os parâmetros aceitáveis,os que não são aceitáveis são excluídos, sendo, portanto, antidemocrática.
Comparando com os métodos aplicados para 'avaliar' nossas crianças, nada foge do citado anteriormente. Será que estamos avaliando ou somente aplicando provas, dando notas, aprovando e reprovando nossos alunos.
A avaliação da aprendizagem possui características opostas a citadas por Luckesi. A AVALIAÇÃO TEM POR INTENÇÃO DIAGNOSTICAR A SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM DO ALUNO, BUSCANDO SUBSEDIAR A TOMADA DE DECISÕES DOS PROFESSORES PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE DESEMPENHO. Portanto,é diagnóstica e processual, identificando qual e quais habilidades o aluno, naquele momento, não revela. Desse modo, a avaliação diagnóstica e processual opera com resultados provisórios, pois está presente o conceito de que sempre há possibilidade de um novo estado mais satisfatório.
A avaliação deve ser recurso de diagnóstico e reorientação. Quando aplicada, o professor deve achar meios de fazer o educando desenvolver as habilidade a qual mostrou dificuldades. Deve intervir durante a aprendizagem, possibilitando ao professor reajustar o programa e reorientar o aluno.
E ai professor, você está sabendo avaliar??
Pense nisso,
Flavia Cardoso
Fonte de consulta: Caderno de letramento docente: Avaliar: tarefa de profissionais
Autoritária, pois o professor controla disciplinamente os alunos;
Pontual, pois demarca determinadas épocas avaliativas do ano escolar;
Classificatória, pois delimita valores que aprovam e reprovam;
Seletiva, pois, conforme os parâmetros aceitáveis,os que não são aceitáveis são excluídos, sendo, portanto, antidemocrática.
Comparando com os métodos aplicados para 'avaliar' nossas crianças, nada foge do citado anteriormente. Será que estamos avaliando ou somente aplicando provas, dando notas, aprovando e reprovando nossos alunos.
A avaliação da aprendizagem possui características opostas a citadas por Luckesi. A AVALIAÇÃO TEM POR INTENÇÃO DIAGNOSTICAR A SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM DO ALUNO, BUSCANDO SUBSEDIAR A TOMADA DE DECISÕES DOS PROFESSORES PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE DESEMPENHO. Portanto,é diagnóstica e processual, identificando qual e quais habilidades o aluno, naquele momento, não revela. Desse modo, a avaliação diagnóstica e processual opera com resultados provisórios, pois está presente o conceito de que sempre há possibilidade de um novo estado mais satisfatório.
A avaliação deve ser recurso de diagnóstico e reorientação. Quando aplicada, o professor deve achar meios de fazer o educando desenvolver as habilidade a qual mostrou dificuldades. Deve intervir durante a aprendizagem, possibilitando ao professor reajustar o programa e reorientar o aluno.
E ai professor, você está sabendo avaliar??
Pense nisso,
Flavia Cardoso
Fonte de consulta: Caderno de letramento docente: Avaliar: tarefa de profissionais
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
É hora de avaliar. E agora?? (parte 1)
Quando falamos de avaliação na escolas notamos a preocupação em pais e alunos. Notas e notas...
Os professores, com ideia de dever cumprido, elaboraram suas provas e ficam na expectativa dos resultados. Mas muitos professores desconhecem a importância do avaliar, pois não o sabem fazer. Aplicando as provas e registrando as notas, acham que o processo avaliativo ali se fecha e um novo ciclo inicia. Afinal, PARA QUE SERVE A AVALIAÇÃO? SERÁ QUE É SÓ PRA DAR NOTAS? PRA APROVAR O RETER O ALUNO? SERÁ ESSE O VERDADEIRO SENTIDO DE AVALIAR?
Lendo sobre o assunto, vi que estamos muito longe de saber avaliar os nossos alunos, mas muito longe mesmo! Achamos que estamos avaliando, mas na verdade a avaliação não funciona como deveria em nossas escolas.
Antes de avaliar,cada profissional deveria se perguntar: para que avaliar? Alguns vão responder: " para dá a nota na caderneta. ERRADO, ERRADÍSSIMO! A nota é o que menos importa nesse processo. É necessária para a documentação do aluno sim, mas não é o mais importante.
Paulo Freire diz:' A avaliação é a mediação entre o ensino do professor e as aprendizagens do professor e as aprendizagens do aluno, é o fio da comunicação entre formas de ensinar e aprender." Parece ser difícil entender que avaliação nada mais é do que um DIAGNÓSTICO da forma de ensinar do professor e da aprendizagem do aluno. Ahhh...Se os educadores tivessem essa meta, tudo seria diferente, porque neste modo de avaliar a nota não é importante mas o que o aluno absorveu e o que não absorveu e porquê. Paulo Freire ainda diz que 'Avaliar, então, é também buscar informações sobre o aluno (...) é conhecer o sujeito e o seu jeito de aprender.
Se não centrarmos a avaliação como um diagnóstico onde o aluno , o professor e a prática pedagógica participam do processo, de nada há de valer esse instrumento tão importante.
Avaliar só faz sentido quando serve para auxiliar o estudante a superar as dificuldades. A avaliação deve ser recurso de diagnóstico e reorientação da aprendizagem (Rozane Nicola)
Continua...
Grande abraço
Flávia Cardoso
** resenha crítica feita a partir da leitura Avaliar: tarefa de profissionais de Rosane Nicola
Os professores, com ideia de dever cumprido, elaboraram suas provas e ficam na expectativa dos resultados. Mas muitos professores desconhecem a importância do avaliar, pois não o sabem fazer. Aplicando as provas e registrando as notas, acham que o processo avaliativo ali se fecha e um novo ciclo inicia. Afinal, PARA QUE SERVE A AVALIAÇÃO? SERÁ QUE É SÓ PRA DAR NOTAS? PRA APROVAR O RETER O ALUNO? SERÁ ESSE O VERDADEIRO SENTIDO DE AVALIAR?
Lendo sobre o assunto, vi que estamos muito longe de saber avaliar os nossos alunos, mas muito longe mesmo! Achamos que estamos avaliando, mas na verdade a avaliação não funciona como deveria em nossas escolas.
Antes de avaliar,cada profissional deveria se perguntar: para que avaliar? Alguns vão responder: " para dá a nota na caderneta. ERRADO, ERRADÍSSIMO! A nota é o que menos importa nesse processo. É necessária para a documentação do aluno sim, mas não é o mais importante.
Paulo Freire diz:' A avaliação é a mediação entre o ensino do professor e as aprendizagens do professor e as aprendizagens do aluno, é o fio da comunicação entre formas de ensinar e aprender." Parece ser difícil entender que avaliação nada mais é do que um DIAGNÓSTICO da forma de ensinar do professor e da aprendizagem do aluno. Ahhh...Se os educadores tivessem essa meta, tudo seria diferente, porque neste modo de avaliar a nota não é importante mas o que o aluno absorveu e o que não absorveu e porquê. Paulo Freire ainda diz que 'Avaliar, então, é também buscar informações sobre o aluno (...) é conhecer o sujeito e o seu jeito de aprender.
Se não centrarmos a avaliação como um diagnóstico onde o aluno , o professor e a prática pedagógica participam do processo, de nada há de valer esse instrumento tão importante.
Avaliar só faz sentido quando serve para auxiliar o estudante a superar as dificuldades. A avaliação deve ser recurso de diagnóstico e reorientação da aprendizagem (Rozane Nicola)
Continua...
Grande abraço
Flávia Cardoso
** resenha crítica feita a partir da leitura Avaliar: tarefa de profissionais de Rosane Nicola
terça-feira, 13 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O Papel do Professor
" Como é que eu incentivo a leitura? É mandando ler??? Não. O professor que manda estraga tudo. Incentiva-se a ler, lendo. O Professor tem que ser leitor pra então poder formar alunos leitores."
... A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar espanto e curiosidade...
Rubem Alves
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Educador...reflita!
Como somos mesquinhos diante de nossas limitações... Como desistimos fácil diante de insignificantes obstáculos. Falar sobre as cores das flores??? Meu Deus é impossível !! (pensei eu, assistindo o início desse vídeo). Mas...Não era impossível, era um desafio!!
Assistindo esse vídeo, o educador que há em mim acordou e se convenceu de que educar e fazer a diferença não é uma missão impossível. É apenas um desafio que posso lutar pra vencer. O menino poderia ter dito: "Professora, eu sou cego. Como vou falar das cores se não as vejo?" Ele não retrucou. Saberia que seria difícil, mas que com força de vontade e determinação, conseguiria...
Acho que se eu me convencer que sou capaz e que posso vencer, tudo... tudo será bem diferente!!!
Reflita...
Grande Abraço
Flavia Cardoso
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Professor, a responsabilidade também é sua!
As pesquisas nos mostram dados absurdos e vergonhosos. E cada um na escola e na comunidade escolar tem um desafio pela frente para mudar essa situação.
Família e escola deve estreitar sua parceria em prol de um bem mais precioso: A criança. A família deve ser doar, exercer o seu papel, educar e impor limites. O professor deve parar de reclamar e abraçar a causa. Se pararmos de reclamar da indisciplina em sala de aula e procurarmos meios para combatê-la com uma prática pedagógica eficaz os resultados aparecerão. Se nos acomodarmos, achando que do aluno com dificuldade na aprendizagem o professor da série seguinte cuidará e, o professor da série seguinte assim mesmo o fizer, teremos alunos no ensino médio incapazes de responder o Enem pelo simples fato de não saberem ler nem escrever.
Pense nisso, mas pense meesssmo!!!
Você é professor, a responsabilidade também é sua.
falei e disse,
Flavia Cardoso
Família e escola deve estreitar sua parceria em prol de um bem mais precioso: A criança. A família deve ser doar, exercer o seu papel, educar e impor limites. O professor deve parar de reclamar e abraçar a causa. Se pararmos de reclamar da indisciplina em sala de aula e procurarmos meios para combatê-la com uma prática pedagógica eficaz os resultados aparecerão. Se nos acomodarmos, achando que do aluno com dificuldade na aprendizagem o professor da série seguinte cuidará e, o professor da série seguinte assim mesmo o fizer, teremos alunos no ensino médio incapazes de responder o Enem pelo simples fato de não saberem ler nem escrever.
Pense nisso, mas pense meesssmo!!!
Você é professor, a responsabilidade também é sua.
falei e disse,
Flavia Cardoso
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Aplicações pedagógicas para alcançar aulas criativas
Cada vez que você termine suas atividades, faça estas perguntas:
1 - Minha aula foi inovadora? Ela conseguiu motivar os alunos e manter sua atenção? O que deu certo e o que deu errado? Como tirar proveito do erro? Este deve ser encarado como etapa do aprendizado e não objeto de punição.
2- Como aumentar a imaginação dos alunos? Você pode contar uma história e pedir que eles terminem. Cada um ouve um apalavra do colega e 'engata' nela outra imagem, até todos participarem.
3- O aluno foi desafiado? Preciso pensar; refletir; antes de receber conceitos prontos e respostas ao problema? Você já percebeu como é embaraçoso quando uma pessoa acaba contando o fecho de uma piada antes de criar o suspense da história? É essencial repensar a ' ordem sequencial' em que ocorre o ensino em sala de aula. Uma das possibilidades é estimular a curiosidade do aluno, fazê-lo encontrar respostas e depois explicar o assunto.
4- A aula foi lúdica? Houve utilização de jogos, brincadeiras?
5- Você soube usar outras linguagens além da verbal. como a das artes visuais e música?
A inovação consiste justamente em descobrir métodos e meios para o ensino motivar o aluno para a aprendizagem. Ele entra em sala de aula com a imaginação povoada por meríades de imagens "lá de fora". Só o corpo está presente. Conseguir mantê-lo ligado, atrair-lhe a atenção. Eis a marca do professor Criativo
Grande abraço
Flavia Cardoso
Pad (agosto/setembro - 2011)
1 - Minha aula foi inovadora? Ela conseguiu motivar os alunos e manter sua atenção? O que deu certo e o que deu errado? Como tirar proveito do erro? Este deve ser encarado como etapa do aprendizado e não objeto de punição.
2- Como aumentar a imaginação dos alunos? Você pode contar uma história e pedir que eles terminem. Cada um ouve um apalavra do colega e 'engata' nela outra imagem, até todos participarem.
3- O aluno foi desafiado? Preciso pensar; refletir; antes de receber conceitos prontos e respostas ao problema? Você já percebeu como é embaraçoso quando uma pessoa acaba contando o fecho de uma piada antes de criar o suspense da história? É essencial repensar a ' ordem sequencial' em que ocorre o ensino em sala de aula. Uma das possibilidades é estimular a curiosidade do aluno, fazê-lo encontrar respostas e depois explicar o assunto.
4- A aula foi lúdica? Houve utilização de jogos, brincadeiras?
5- Você soube usar outras linguagens além da verbal. como a das artes visuais e música?
A inovação consiste justamente em descobrir métodos e meios para o ensino motivar o aluno para a aprendizagem. Ele entra em sala de aula com a imaginação povoada por meríades de imagens "lá de fora". Só o corpo está presente. Conseguir mantê-lo ligado, atrair-lhe a atenção. Eis a marca do professor Criativo
Grande abraço
Flavia Cardoso
Pad (agosto/setembro - 2011)
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Bullying.... PROFESSOR, FIQUE DE OLHO!
O PAPEL DO PROFESSOR É DE SENTINELA E AUTOR DA AÇÃO CONTRA ESSE MAL.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Folclore em uma semana - Educação Infantil
Segunda-feira
Brincando com parlendas e trava-línguasPULA PULA PIPOQUINHA
PULA PULA SEM PARAR
E DEPOIS DÁ UMA VOLTINHA
CADA UM NO SEU LUGAR
(NA PARLENDA , PODE-SE VARIAR PARA FICAR MAIS DIVERTIDO: CORRE CORRE PIPOQUINHA/ DANÇA DANÇA PIPOQUINHA/ ANDA ANDA PIPOQUINHA)
CORRE CUTIA NA CASA DA TIA
CORRE CIPÓ NA CASA DA VÓ
LENCINHO NA MÃO CAIU NO CHÃO
MOÇA BONITA DO MEU CORAÇÃO
(BRINCAR COM UM LENÇO DE TERCIDO. AS CRIANÇAS FORMAM UMA RODA E UM EM PÉ CORRE AO REDOR DAS CRIANÇAS SENTADAS E ESCOLHE UMA PARA FICAR COM O LENÇO. A CRIANÇA ESCOLHIDA, PEGA O LENÇO E CORRE ATRÁS DAQUELA QUE A ESCOLHEU ATÉ QUE ESTA SE SENTE E A BRINCADEIRA RECOMEÇA)
A-DO-LE-TÁ
LE-PE-TI
PE-TI-PE-TÁ
LE CAFÉ COM CHOCOLÁ
A-DO-LE-TÁ
PUXA O RABO DO TATU
QUEM SAIU FOI TU
PUXA O RABO CA CUTIA
QUEM SAIU FOI SUA TIA
(CRIANÇAS BRINCAM SENTADAS E EM RODA)
Concurso de Trava língua
-O peito do pé do pai do padre Pedro é preto.
-A babá boba bebeu o leite do bebê .
-O dedo do Dudu é duro
-A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada. -Quem a paca cara compra , cara a paca pagará
-O Papa papa o papo do pato .
-Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia -Norma nina o nenê da Neuza
-A chave do chefe Chaves está no chaveiro .
-Sabia que a mãe do sabiá sabia que sabiá sabia assobiar? -Um limão , dois limões , meio limão .
-É muito socó para um socó só coçar!
-Nunca vi um doce tão doce como este doce de batata-doce! -O padre pouca capa tem, pouca capa compra .
-Chega de cheiro de cera suja !
-É preto o prato do pato preto -Bagre branco ; branco bagre
-Um tigre , dois tigres , três tigres.
-Três tristes tigres trigo comiam .
CORRE CIPÓ NA CASA DA VÓ
LENCINHO NA MÃO CAIU NO CHÃO
MOÇA BONITA DO MEU CORAÇÃO
(BRINCAR COM UM LENÇO DE TERCIDO. AS CRIANÇAS FORMAM UMA RODA E UM EM PÉ CORRE AO REDOR DAS CRIANÇAS SENTADAS E ESCOLHE UMA PARA FICAR COM O LENÇO. A CRIANÇA ESCOLHIDA, PEGA O LENÇO E CORRE ATRÁS DAQUELA QUE A ESCOLHEU ATÉ QUE ESTA SE SENTE E A BRINCADEIRA RECOMEÇA)
A-DO-LE-TÁ
LE-PE-TI
PE-TI-PE-TÁ
LE CAFÉ COM CHOCOLÁ
A-DO-LE-TÁ
PUXA O RABO DO TATU
QUEM SAIU FOI TU
PUXA O RABO CA CUTIA
QUEM SAIU FOI SUA TIA
(CRIANÇAS BRINCAM SENTADAS E EM RODA)
Concurso de Trava língua
-O peito do pé do pai do padre Pedro é preto.
-A babá boba bebeu o leite do bebê .
-O dedo do Dudu é duro
-A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada. -Quem a paca cara compra , cara a paca pagará
-O Papa papa o papo do pato .
-Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia -Norma nina o nenê da Neuza
-A chave do chefe Chaves está no chaveiro .
-Sabia que a mãe do sabiá sabia que sabiá sabia assobiar? -Um limão , dois limões , meio limão .
-É muito socó para um socó só coçar!
-Nunca vi um doce tão doce como este doce de batata-doce! -O padre pouca capa tem, pouca capa compra .
-Chega de cheiro de cera suja !
-É preto o prato do pato preto -Bagre branco ; branco bagre
-Um tigre , dois tigres , três tigres.
-Três tristes tigres trigo comiam .
Terça-feira
Lendas
Lendas
Contando Lendas
Apague as luzes e peça que as crianças se acomodem confortavelmente na carteira. Coloque uma música instrumental bem baixinha para que haja uma maior concentração.
Conte sobre a lenda da Cuca e peça para que eles imaginem cada detalhe contado por você, apenas imaginem (se possível de olhos fechados) e não falem nada. Dê bastante ênfase a todos os detalhes. Depois da história contada acenda as luzes e cole na lousa um papel pardo grande e peça que cada criança desenhe uma parte do que imaginou. Um desenha os olhos, outro a boca, outro os dentes e assim por diante até que todos tenham participado e a personagem fique completa. Ao final será criada a Cuca daquela classe em especial, podendo-se dar um nome a ela e enfeitá-la de acordo com o gosto da classe e do material disponível. Coloque a Cuca exposta no mural no dia 22 de agosto - dia do folclore. Pode-se usar a mesma dinâmica só mudar a lenda, criando assim vários painéis. A aula vai ser bem divertida!
Algumas lendas:
Boitatá
Diz a lenda que há muito tempo atrás, uma noite se prorrogou muito parecendo que nunca mais haveria luz do dia. Era uma noite muito escura, sem estrelas, sem vento, e sem barulho algum dos bichos da floresta, era um grande silêncio. Os homens viveram dentro de casa e estavam passando fome e frio. Não havia como cortar lenha para os braseiros que mantinham as pessoas aquecidas, nem como caçar naquela escuridão. Era uma noite sem fim. Os dias foram passando e a chuva começou, choveu muito, esta chuva inundou tudo e muitos animais acabaram morrendo. Uma grande cobra que vivia em repouso num imenso tronco despertou faminta e começou a comer os olhos de animais mortos que brilhavam boiando nas águas. Alguns dizem que eles brilhavam devido a luz do último dia em que os animais viram o sol. De tanto olhos brilhantes que a cobra comeu, ela ficou toda brilhante como fogo e transparente. A cobra se transformou num monstro brilhante, o Boitatá. Dizem que o Boitatá assusta as pessoas quando elas entram na mata à noite. Mas muitos acreditam que o Boitatá protege as matas contra incêndios.
A IARA
A iara é uma bonita moça que vive na água. È tão linda que ninguém resiste ao seu encanto. Aparece à noite, e costuma cantar com uma voz tão doce, que atrai as pessoas e estas, quando se dão conta, já estão sendo arrastadas para o fundo da água. Tem um palácio no fundo de um lago, todo construído com pedras preciosas. Suas paredes são feitas de rubis, as janelas de águas-marinhas, a porta é de ouro maciço, sendo fechada por um enorme diamante. É uma verdadeira jóia! Seu canto é mágico, atrai como um imã, e não se pode fugir dele por mais que se queira. Conta-se que até Jaguarari foi atraído... Jaguarari era um índio muito forte, corajoso e bom. Gostava de remar, e quando o fazia, até as aves esticavam o pescoço para vê–lo. Um dia Jaguarari partiu cedo, sozinho, para a caça. Como o dia estava lindo, resolveu passá-lo todo na floresta. Encontrou um lago muito bonito, o mais lindo que já havia visto, e resolveu mergulhar. Depois de nadar bastante deitou-se à beira do lago, admirando o céu. Quando sentiu fome, saiu para caçar. Preparou uma das caças ali mesmo, comeu e adormeceu profundamente. Despertou quase ao anoitecer e apressou-se em voltar para a aldeia. Mal havia começado a andar quando ouviu um canto maravilhoso, mais bonito que o do uirapuru. Sem perceber, foi andando em direção à origem da linda melodia. E acabou voltando ao lago em que havia nadado. De repente deparou-se com a iara, tão linda que não conseguia tirar seus olhos dela. Já estava quase entrando na água, quando lembrou do que os mais velhos contavam sobre a iara. Conseguiu agarrar-se desesperadamente a um tronco de árvore à beira d’água. A iara já o tinha visto antes enquanto nadava, mas, como não gosta da luz do dia, esperou o entardecer para atraí-lo. Jaguarari, por ser muito forte, conseguiu resistir agarrado ao tronco. Depois, segurando em cipós próximos, conseguiu se afastar. Quando chegou à aldeia, sua mãe percebeu que ele estava diferente, esquisito. Ele não quis contar-lhe nada., disse que era apenas cansaço. Nos dias seguintes continuava preocupado e triste, o que não era comum nele. Quando saía para pescar passava a maior parte do tempo junto ao lago, esperando ver a iara, que não aparecia. Com o passar dos dias, foi ficando impaciente, e resolveu voltar para a lagoa. Como esta era muito longe, e estava entardecendo, decidiu iniciar o percurso pelo rio. De repente um índio gritou: - Jaguarari não estava sozinho? Vejam! Não está mais! Ao longe via-se Jaguarari em pé na canoa acompanhada por uma moça. Essa foi a última vez que alguém o viu...
A lenda do boto
De acordo com a lenda, um boto cor-de-rosa sai dos rios nas primeiras horas das noites de festa e com um poder especial, transforma-se em um lindo jovem vestido com roupas brancas. Ele usa um chapéu branco para encobrir o rosto e disfarçar o nariz grande. Nas festas, com seu jeito galanteador e falante, o boto dança, bebe, se comporta como um rapaz normal e aproxima-se das jovens solteiras, seduzindo-as. Logo após, consegue convencer as mulheres para um passeio no fundo do rio, local onde costuma engravidá-las. Na manhã seguinte volta a se transformar no boto, pois o seu encantamento só acontece à noite.
O lobisomem
De acordo a Lenda, o Lobisomem é um ser que seria resultado de uma oração poderosa feita numa noite de sexta-feira,de preferência de Lua Cheia num estábulo ou cocheira de burro ou cavalo,no qual a pessoa rola no local como se fosse o animal ,dizendo a reza e é feita como pacto com entidades malignas. Em algumas Regiões a transformação em Lobisomem acontece numa noite de sexta-feira sempre meia noite numa encruzilhada, onde repetindo os atos de um cavalo rolando no chão, a pessoa transforma-se.
O Lobisomem seria a fusão do lobo com o homem. Muitas histórias são contadas sobre este ser. No Brasil é comum em todos os Estados, principalmente nas localidades da Zona Rural, onde é muito comum as pessoas afirmarem que já o viram ,que também passa a ser um mistério para quem vê e quem ouve a história. O Lobisomem ataca animais e pessoas para se alimentar de sangue e volta a forma humana somente com o raiar do Sol.
Vídeos :
Quarta -feira
Campeonato de Advinhas
O que é que cai de pé e corre deitado?
Resposta: as gotas da chuva
O que é? O que é?Tem cabeça, tem dente, tem barba, não é bicho nem é gente, o que é?Resposta: alho
O que é o que é, tem chapéu, mas não tem cabeça, tem boca mas não fala, tem asa mas não voa?
Resposta: bule
O que a banana falou para o tomate?
Resposta: eu que tiro a roupa e você é quem fica vermelha?
O que é que dá um pulo e se veste de noiva?
Resposta: pipoca
Por que o boi baba?
Resposta: porque ele não sabe cuspir!!
O que é , o que é? Quando a gente fica em pé ele fica deitado e quando a gente fica deitado ele fica em pé? Resposta: O Pé
O que é, o que é? Tem coroa mas não é rei, tem espinho mas não é peixe?
Resposta: Abacaxi
Qual o pé que é mais rápido?
Resposta: O pé- de- vento!!!
O que o chão falou para mesa?
Resposta: Fecha as pernas que eu tô vendo tudo.
O que é que anda com os pé na cabeça?Resposta: O piolho!
O que a fechadura disse pra chave?
Resposta: Vamos dar uma voltinha?
Dois vizinhos. Um não vai a casa do outro e os dois não se vêem por causa de um morrinho ? Quem são eles ??
Resposta: Os olhos
O que entra na água e não se molha?
Resposta: A sombra
O que mais se tira mas aumenta?
Resposta: O buraco.
O que é, o que é? Qual o céu que não possui estrelas?
Resposta: O céu da boca
O que é, o que é? De dia tem quatro pés e de noite tem seis?
Resposta: A cama
O que é, o que é? Anda deitado e dorme em pé?
Resposta: O Pé
Mais em: http://www.qdivertido.com.br/charadas.php#ixzz1V6g9eRCs
Quinta-feira
Cantigas de roda
Levar as crianças para o pátio e brincar .
Por a letra em cartaz e conversar de acordo coma idade (reescrita, colagem, ilustração da cantiga, dramatização,...)
Letras
http://www.alzirazulmira.com/cantigas.htm#marcha
Audio
http://www.4shared.com/file/2COXkcdI/Cantigas_de_Roda_2.htm
http://www.4shared.com/file/W3fC5k4S/Msica_para_bebs_-_Cantigas_de_.htm
Conte sobre a lenda da Cuca e peça para que eles imaginem cada detalhe contado por você, apenas imaginem (se possível de olhos fechados) e não falem nada. Dê bastante ênfase a todos os detalhes. Depois da história contada acenda as luzes e cole na lousa um papel pardo grande e peça que cada criança desenhe uma parte do que imaginou. Um desenha os olhos, outro a boca, outro os dentes e assim por diante até que todos tenham participado e a personagem fique completa. Ao final será criada a Cuca daquela classe em especial, podendo-se dar um nome a ela e enfeitá-la de acordo com o gosto da classe e do material disponível. Coloque a Cuca exposta no mural no dia 22 de agosto - dia do folclore. Pode-se usar a mesma dinâmica só mudar a lenda, criando assim vários painéis. A aula vai ser bem divertida!
Algumas lendas:
Boitatá
Diz a lenda que há muito tempo atrás, uma noite se prorrogou muito parecendo que nunca mais haveria luz do dia. Era uma noite muito escura, sem estrelas, sem vento, e sem barulho algum dos bichos da floresta, era um grande silêncio. Os homens viveram dentro de casa e estavam passando fome e frio. Não havia como cortar lenha para os braseiros que mantinham as pessoas aquecidas, nem como caçar naquela escuridão. Era uma noite sem fim. Os dias foram passando e a chuva começou, choveu muito, esta chuva inundou tudo e muitos animais acabaram morrendo. Uma grande cobra que vivia em repouso num imenso tronco despertou faminta e começou a comer os olhos de animais mortos que brilhavam boiando nas águas. Alguns dizem que eles brilhavam devido a luz do último dia em que os animais viram o sol. De tanto olhos brilhantes que a cobra comeu, ela ficou toda brilhante como fogo e transparente. A cobra se transformou num monstro brilhante, o Boitatá. Dizem que o Boitatá assusta as pessoas quando elas entram na mata à noite. Mas muitos acreditam que o Boitatá protege as matas contra incêndios.
A IARA
A iara é uma bonita moça que vive na água. È tão linda que ninguém resiste ao seu encanto. Aparece à noite, e costuma cantar com uma voz tão doce, que atrai as pessoas e estas, quando se dão conta, já estão sendo arrastadas para o fundo da água. Tem um palácio no fundo de um lago, todo construído com pedras preciosas. Suas paredes são feitas de rubis, as janelas de águas-marinhas, a porta é de ouro maciço, sendo fechada por um enorme diamante. É uma verdadeira jóia! Seu canto é mágico, atrai como um imã, e não se pode fugir dele por mais que se queira. Conta-se que até Jaguarari foi atraído... Jaguarari era um índio muito forte, corajoso e bom. Gostava de remar, e quando o fazia, até as aves esticavam o pescoço para vê–lo. Um dia Jaguarari partiu cedo, sozinho, para a caça. Como o dia estava lindo, resolveu passá-lo todo na floresta. Encontrou um lago muito bonito, o mais lindo que já havia visto, e resolveu mergulhar. Depois de nadar bastante deitou-se à beira do lago, admirando o céu. Quando sentiu fome, saiu para caçar. Preparou uma das caças ali mesmo, comeu e adormeceu profundamente. Despertou quase ao anoitecer e apressou-se em voltar para a aldeia. Mal havia começado a andar quando ouviu um canto maravilhoso, mais bonito que o do uirapuru. Sem perceber, foi andando em direção à origem da linda melodia. E acabou voltando ao lago em que havia nadado. De repente deparou-se com a iara, tão linda que não conseguia tirar seus olhos dela. Já estava quase entrando na água, quando lembrou do que os mais velhos contavam sobre a iara. Conseguiu agarrar-se desesperadamente a um tronco de árvore à beira d’água. A iara já o tinha visto antes enquanto nadava, mas, como não gosta da luz do dia, esperou o entardecer para atraí-lo. Jaguarari, por ser muito forte, conseguiu resistir agarrado ao tronco. Depois, segurando em cipós próximos, conseguiu se afastar. Quando chegou à aldeia, sua mãe percebeu que ele estava diferente, esquisito. Ele não quis contar-lhe nada., disse que era apenas cansaço. Nos dias seguintes continuava preocupado e triste, o que não era comum nele. Quando saía para pescar passava a maior parte do tempo junto ao lago, esperando ver a iara, que não aparecia. Com o passar dos dias, foi ficando impaciente, e resolveu voltar para a lagoa. Como esta era muito longe, e estava entardecendo, decidiu iniciar o percurso pelo rio. De repente um índio gritou: - Jaguarari não estava sozinho? Vejam! Não está mais! Ao longe via-se Jaguarari em pé na canoa acompanhada por uma moça. Essa foi a última vez que alguém o viu...
A lenda do boto
De acordo com a lenda, um boto cor-de-rosa sai dos rios nas primeiras horas das noites de festa e com um poder especial, transforma-se em um lindo jovem vestido com roupas brancas. Ele usa um chapéu branco para encobrir o rosto e disfarçar o nariz grande. Nas festas, com seu jeito galanteador e falante, o boto dança, bebe, se comporta como um rapaz normal e aproxima-se das jovens solteiras, seduzindo-as. Logo após, consegue convencer as mulheres para um passeio no fundo do rio, local onde costuma engravidá-las. Na manhã seguinte volta a se transformar no boto, pois o seu encantamento só acontece à noite.
O lobisomem
De acordo a Lenda, o Lobisomem é um ser que seria resultado de uma oração poderosa feita numa noite de sexta-feira,de preferência de Lua Cheia num estábulo ou cocheira de burro ou cavalo,no qual a pessoa rola no local como se fosse o animal ,dizendo a reza e é feita como pacto com entidades malignas. Em algumas Regiões a transformação em Lobisomem acontece numa noite de sexta-feira sempre meia noite numa encruzilhada, onde repetindo os atos de um cavalo rolando no chão, a pessoa transforma-se.
O Lobisomem seria a fusão do lobo com o homem. Muitas histórias são contadas sobre este ser. No Brasil é comum em todos os Estados, principalmente nas localidades da Zona Rural, onde é muito comum as pessoas afirmarem que já o viram ,que também passa a ser um mistério para quem vê e quem ouve a história. O Lobisomem ataca animais e pessoas para se alimentar de sangue e volta a forma humana somente com o raiar do Sol.
Vídeos :
O SACI
O CURUPIRA
O BOTO
Campeonato de Advinhas
O que é que cai de pé e corre deitado?
Resposta: as gotas da chuva
O que é? O que é?Tem cabeça, tem dente, tem barba, não é bicho nem é gente, o que é?Resposta: alho
O que é o que é, tem chapéu, mas não tem cabeça, tem boca mas não fala, tem asa mas não voa?
Resposta: bule
O que a banana falou para o tomate?
Resposta: eu que tiro a roupa e você é quem fica vermelha?
O que é que dá um pulo e se veste de noiva?
Resposta: pipoca
Por que o boi baba?
Resposta: porque ele não sabe cuspir!!
O que é , o que é? Quando a gente fica em pé ele fica deitado e quando a gente fica deitado ele fica em pé? Resposta: O Pé
O que é, o que é? Tem coroa mas não é rei, tem espinho mas não é peixe?
Resposta: Abacaxi
Qual o pé que é mais rápido?
Resposta: O pé- de- vento!!!
O que o chão falou para mesa?
Resposta: Fecha as pernas que eu tô vendo tudo.
O que é que anda com os pé na cabeça?Resposta: O piolho!
O que a fechadura disse pra chave?
Resposta: Vamos dar uma voltinha?
Dois vizinhos. Um não vai a casa do outro e os dois não se vêem por causa de um morrinho ? Quem são eles ??
Resposta: Os olhos
O que entra na água e não se molha?
Resposta: A sombra
O que mais se tira mas aumenta?
Resposta: O buraco.
O que é, o que é? Qual o céu que não possui estrelas?
Resposta: O céu da boca
O que é, o que é? De dia tem quatro pés e de noite tem seis?
Resposta: A cama
O que é, o que é? Anda deitado e dorme em pé?
Resposta: O Pé
Mais em: http://www.qdivertido.com.br/charadas.php#ixzz1V6g9eRCs
Quinta-feira
Cantigas de roda
Levar as crianças para o pátio e brincar .
Por a letra em cartaz e conversar de acordo coma idade (reescrita, colagem, ilustração da cantiga, dramatização,...)
Letras
http://www.alzirazulmira.com/cantigas.htm#marcha
Audio
http://www.4shared.com/file/2COXkcdI/Cantigas_de_Roda_2.htm
http://www.4shared.com/file/W3fC5k4S/Msica_para_bebs_-_Cantigas_de_.htm
Sexta-feira
Jogos e brincadeiras
Resgatar as brincadeiras do folclore brasileiro
Dança das cadeiras
Amarelinha
Pipa
Bolinha de gude
Garrafão
Pega – pega
Esconde- esconde
Pião
Cabo de guerra
Passa o anel
Cabra cega
Nunca 3
Jogos e brincadeiras
Resgatar as brincadeiras do folclore brasileiro
Dança das cadeiras
Amarelinha
Pipa
Bolinha de gude
Garrafão
Pega – pega
Esconde- esconde
Pião
Cabo de guerra
Passa o anel
Cabra cega
Nunca 3
Culminância da Semana Folclórica
Cada turma pode escolher uma coisa para apresentar (Dramatizar uma lenda ou cantiga, trava-língua, trazer advinhas para outras turmas, ...)
Pode-se fazer cantos com brincadeiras folclóricas e providenciar músicas Folclóricas para as crianças cantar e dançar
As crianças poderão vir com roupas juninas ou à vontade.
Grande abraço
Flavia Cardoso
Cada turma pode escolher uma coisa para apresentar (Dramatizar uma lenda ou cantiga, trava-língua, trazer advinhas para outras turmas, ...)
Pode-se fazer cantos com brincadeiras folclóricas e providenciar músicas Folclóricas para as crianças cantar e dançar
As crianças poderão vir com roupas juninas ou à vontade.
Grande abraço
Flavia Cardoso
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Roda de leitura no Ensino Fundamental?! SIMMMMMMMM
Vemos nos dias atuais, a dificuldade de trabalhar leitura e escrita com nossas crianças do ensino fundamental. Tendo em mente que para trilhar pelo caminho da aprendizagem Na aquisição dos códicos da escrita, as crianças precisam ler e praticar, escrevendo.
As produções textuais hoje, são uma ferramenta maravilhosa para fazer as crianças avançarem. Mas para produzir, as crianças devem conhecer e para aconhecer, precisam ler. Não há outro caminho para isso: Aprende-se a ler melhor, lendo e aprende-se a escrever, escrevendo.
Mas o que observamos em nossas salas de aula do ensino fundamental é a ausência dos momentos de leitura, da roda de contação de histórias e de oportunidades que propiciam aos nossos alunos, o desenvolvimento deles nessa área.
Infelizmente nossos professores ainda estão muito preocupados com o cumprimento metódico do currículo escolar: AULA, REVISÃO, PROVA e por esse motivo, deixam de proporcionar aos seus alunos momentos de descontração e de conhecimento através da leitura. São raríssimos os professores que fazem uma roda com suas crianças para leitura e isso acontece pela falta de informação.Há tantos gêneros textuais que podem ser explorados. Os alunos do fundamental se fascinam por mistério e terror e o professor deve com certeza investir, abrindo novos horizontes de aprendizagem.
Leia em sala. Reserve 10 minutinhos de sua aula para fazer uma leitura dramatizada com seus alunos. Se assim o fizer, o leque de possibilidades de aprendizagem se abrirá e sua turma nunca mais será a mesma!
Pense nisso!
Grande abraço,
Flavia Cardoso
As produções textuais hoje, são uma ferramenta maravilhosa para fazer as crianças avançarem. Mas para produzir, as crianças devem conhecer e para aconhecer, precisam ler. Não há outro caminho para isso: Aprende-se a ler melhor, lendo e aprende-se a escrever, escrevendo.
Mas o que observamos em nossas salas de aula do ensino fundamental é a ausência dos momentos de leitura, da roda de contação de histórias e de oportunidades que propiciam aos nossos alunos, o desenvolvimento deles nessa área.
Infelizmente nossos professores ainda estão muito preocupados com o cumprimento metódico do currículo escolar: AULA, REVISÃO, PROVA e por esse motivo, deixam de proporcionar aos seus alunos momentos de descontração e de conhecimento através da leitura. São raríssimos os professores que fazem uma roda com suas crianças para leitura e isso acontece pela falta de informação.Há tantos gêneros textuais que podem ser explorados. Os alunos do fundamental se fascinam por mistério e terror e o professor deve com certeza investir, abrindo novos horizontes de aprendizagem.
Leia em sala. Reserve 10 minutinhos de sua aula para fazer uma leitura dramatizada com seus alunos. Se assim o fizer, o leque de possibilidades de aprendizagem se abrirá e sua turma nunca mais será a mesma!
Pense nisso!
Grande abraço,
Flavia Cardoso
domingo, 7 de agosto de 2011
Planejamento
Planejar vai além de organizar os conteúdos do currículo. A função do planejamento é tornar a ação clara, precisa, eficiente, direcionada, e vinculada ao que foi anteriormente definido. Além disso o planejamento deve ser transformador. O planejamento deve visar mudança do atual e para isso o planejamento deve funcionar como instrumento de "cura" ante o diagnóstico realizado. Para planejar, o professor não deve visar somente conteúdos. deve-se olhar o aluno, seus problemas e por no planejamento estratégias que possam solucionar o problema detectado.
Segundo Gandin, "o planejamento trará transparência e a inteligência da nossa ação." Por isso,não se pode perder de vista, em nenhum momento, que o planejamento é uma discussão sobre metodologia e sobre instrumentos: estuda e indica processos para se chegar a resultados. Nesse sentido, alguns aspectos devem ser considerados diante da dialética entre o horizonte e o aqui/agora.
O planejamento deve:
- Promover o desenvolvimento educacional;
- Traçar diretrizes e procedimentos;
-Estabelecer vínculos;
-Garantir racionalização e a coordenação de recursos;
-Assegurar a unidade e a coerência dos planos;
- Implementar atividades;
-Atualizar planos e projetos a partir do diagnóstico.
- resultar em aprendizagem do educando
Antes de fazer o planejamento o professor deve não somente se preocupar com o conteúdos, currículo mas com sua turma, seus alunos e a necessidade de cada um. O planejamento deve atender a necessidade dos seus alunos, pois só assim o planejamento terá sentido.
Grande abraço
Flavia Cardoso
Segundo Gandin, "o planejamento trará transparência e a inteligência da nossa ação." Por isso,não se pode perder de vista, em nenhum momento, que o planejamento é uma discussão sobre metodologia e sobre instrumentos: estuda e indica processos para se chegar a resultados. Nesse sentido, alguns aspectos devem ser considerados diante da dialética entre o horizonte e o aqui/agora.
O planejamento deve:
- Promover o desenvolvimento educacional;
- Traçar diretrizes e procedimentos;
-Estabelecer vínculos;
-Garantir racionalização e a coordenação de recursos;
-Assegurar a unidade e a coerência dos planos;
- Implementar atividades;
-Atualizar planos e projetos a partir do diagnóstico.
- resultar em aprendizagem do educando
Antes de fazer o planejamento o professor deve não somente se preocupar com o conteúdos, currículo mas com sua turma, seus alunos e a necessidade de cada um. O planejamento deve atender a necessidade dos seus alunos, pois só assim o planejamento terá sentido.
Grande abraço
Flavia Cardoso
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Educar valores na escola
Para o aluno, ir a escola significa adquirir conhecimentos da forma planejada pela professora, baseado em conteúdos contidos no currículo escolar. A preocupação da família e dos alunos é a aprovação e isso faz passar despercebido os valores que podem ser adquiridos na escola.
A escola trabalha os valores nas intervenções, na convivência mas enfrenta alguns desafios: pais que não aceitam as intervenções da escola, pais que se excluem do processo da educação de valores dos seus filhos, professores que se preocupam somente com conteúdos esquecendo de passar os valores, de educar para a vida. Mas a escola não deve assumir essa responsabilidade sozinha. A família e a sociedade deve se preocupar com a formação de nossas crianças, na construção dos valores de cada um.
A responsabilidade da escola é sair das 4 paredes, ousar transpor fronteiras, estabelecendo um elo, uma parceria com a comunidade e a família . O trabalho da escola atual vai além do currículo. A escola é uma sentinela , olhando, vigiando e sempre agindo com foco no aluno, preocupando-se com ele no conjunto, no todo.
A escola não pode fazer milagre mas tampouco deve renunciar ao cumprimento de sua função formadora...seja qual for o meio social e cultural no qual se move. A escola não pode está diante do aluno e formá-lo por partes. Se não for assim, a escola não será escola pois, o papel da escola é formar o aluno para a vida e isso inclui os valores.
Grande Abraço
Flavia Cardoso
A escola trabalha os valores nas intervenções, na convivência mas enfrenta alguns desafios: pais que não aceitam as intervenções da escola, pais que se excluem do processo da educação de valores dos seus filhos, professores que se preocupam somente com conteúdos esquecendo de passar os valores, de educar para a vida. Mas a escola não deve assumir essa responsabilidade sozinha. A família e a sociedade deve se preocupar com a formação de nossas crianças, na construção dos valores de cada um.
A responsabilidade da escola é sair das 4 paredes, ousar transpor fronteiras, estabelecendo um elo, uma parceria com a comunidade e a família . O trabalho da escola atual vai além do currículo. A escola é uma sentinela , olhando, vigiando e sempre agindo com foco no aluno, preocupando-se com ele no conjunto, no todo.
A escola não pode fazer milagre mas tampouco deve renunciar ao cumprimento de sua função formadora...seja qual for o meio social e cultural no qual se move. A escola não pode está diante do aluno e formá-lo por partes. Se não for assim, a escola não será escola pois, o papel da escola é formar o aluno para a vida e isso inclui os valores.
Grande Abraço
Flavia Cardoso
domingo, 17 de julho de 2011
Aprender para a vida
Essa tirinha trás um questionamento bastante interessante sobre o uso dos saberes. Quando a li veio em minha mente lembranças da aula de física, química, matemática... O que aprendi que realmente precisei usar até hoje? Muitas coisas sim, outras não. Lembrei-me da palavra da palestrante Rosane Nicola a falar do ensino da matemática com sentido social. Como a costureira usa a matemática?? Como o pedreiro usa a matemática? Por que quando estamos em um automóvel e o mesmo faz uma curva para a direita, nosso corpo vai para esquerda?
Deve-se aproveitar as habilidades existentes em cada criança e desenvolver novas habilidades, envolvendo a criança em um ambiente de aprendizagem onde a mesma tenha prazer e se sinta valorizada pelos conhecimentos que já detém. Explorar potencialidades... fazer o aluno autor de aprendizagem...
Pensem nisso
Grande abraço
Flavia Cardoso
Deve-se aproveitar as habilidades existentes em cada criança e desenvolver novas habilidades, envolvendo a criança em um ambiente de aprendizagem onde a mesma tenha prazer e se sinta valorizada pelos conhecimentos que já detém. Explorar potencialidades... fazer o aluno autor de aprendizagem...
Pensem nisso
Grande abraço
Flavia Cardoso
domingo, 10 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Refletir....
Falar de tecnologia hoje na escola é se deparar com a resistencia que, infelizmente existe em nossa equipe pedagógica. São profissionais que, na maioria das vezes, tem medo do novo e temem o "se atualizar". O mundo não para , a metologia vai mudando e, nessa onda de livros digitais, lousas eletrônicas, notebooks, netebooks, i pad entre outros, os professores devem e tem que correr atrás para acompanhar os avanços que vem para ajudar e enriquecer a prática pedagógica. Em algumas salas de aulas, infelizmente acontece o que acabamos de ver no video: tudo muda ao nosso redor mas a sala de aula continua a mesma: mesma prática, mesma metodologia. Trazendo essa reflexão, podemos concluir que o professor que não inova , validando os instrumentos que estão para ajudá-lo a ter uma prática pedagógica mais eficiente e prazerosa, leva os nossos atuais alunos à uma sala de aula que nossos pais frequentaram a algum tempo atras. Ou seja, vivemos o velho , na época onde o novo vem pra melhorar todo o contexto pedagógico. E você professor? Será que você não está proporcionando ao seu aluno a terrível experiência das aulas sem graça e cansativas de antigamente??
Pense nisso! Inovar é a palavra do momento.
Grande abraço,
Flavia Cardoso
quarta-feira, 29 de junho de 2011
POR CELSO ANTUNES, O MERCADO DOS SONHOS
vale a pena ler e refletir...
Foi um verdadeiro drama para a família de Cristiana. O pai, promovido em poderosa transnacional onde era executivo de destaque, teve de mudar da pequena cidade interiorana para a maior megalópole da América do Sul. Recompondo sua vida às pressas, ainda teve tempo de procurar uma escola para sua única filha. Com o novo salário que receberia e com a importância do cargo assumido, tratou logo de buscar a melhor escola, poderosamente encravada no bairro de caros apartamentos e mansões dos sonhos. Ouviu lindos discursos pedagógicos e a funcionária responsável pelas Relações Institucionais tratou de mostrar as salas limpíssimas, os laboratórios modernos e o material pedagógico escrito sob a mais rigorosa supervisão de Vigotsky, Piaget e muito mais. Não teve dúvidas: matriculou Cristiana na hora, lamentando o tempo perdido na modesta escolinha do interior.
Mas, Cristiana teve sérios problemas de adaptação. Não teve problemas de aprendizagem e com surpreendente facilidade, rapidamente destacou-se como uma das melhores alunas da sua classe. Os resultados eram excelentes e os elogios imensos, mas ainda assim Cristiana transformou-se numa criança infeliz. Sentia saudades.
Saudade da escolinha onde, ao lado das Ciências, aprendeu a cozinhar, consertar eletrodomésticos e olhar pela primeira vez um motor de automóvel. Saudade da Júlia, que ensinava Artes, estimulava esculturas com o barro do riacho, cobria as paredes de pinturas feitas por alunos e os fazia compositores de músicas que já não ouvia na linda escola de agora. Cristiana, ao lado de professores anódinos que transitavam por sérios problemas epistemológicos, não podia esquecer o dia em que sua classe incorporou-se ao trabalho dos lixeiros e saiu pela cidade em uma campanha pela vida, e nem mesmo suas visitas a feirantes, policiais, mecânicos e enfermeiros. Cristiana não podia deixar de lembrar o jeitão simples do Tonico, o professor de Geografia que fazia excursões de bicicleta para ensinar relevo e os obrigava a assistir o Jornal Nacional para aprender agitos internacionais – Meu Deus, onde ficara aquela História dos conflitos de todo dia, a Química nos cosméticos e nos perfumes levados de casa e a Física dos arremessos de vôlei ou corridas de Fórmula 1?
Foi impossível para Cristiana sepultar em suas lembranças os dias de sol de uma escolinha onde o que de mais importante aprendia era o aprender a aprender. Onde decifrou o que era uma pesquisa, diferenciou análise de síntese e soube aplicar em problemas novos, soluções conquistadas. Onde, pacientemente, construiu inevitáveis conexões entre a vida e as disciplinas escolares.
Na escola de sua saudade ficavam guardadas para sempre os toscos caipiras que a ensinaram a descobrir e que a estimularam a comparar, deduzir, classificar, construir.
Nunca mais foi possível em sua nova escola brincar de aprender. Aprender a brincar.
Foi um verdadeiro drama para a família de Cristiana. O pai, promovido em poderosa transnacional onde era executivo de destaque, teve de mudar da pequena cidade interiorana para a maior megalópole da América do Sul. Recompondo sua vida às pressas, ainda teve tempo de procurar uma escola para sua única filha. Com o novo salário que receberia e com a importância do cargo assumido, tratou logo de buscar a melhor escola, poderosamente encravada no bairro de caros apartamentos e mansões dos sonhos. Ouviu lindos discursos pedagógicos e a funcionária responsável pelas Relações Institucionais tratou de mostrar as salas limpíssimas, os laboratórios modernos e o material pedagógico escrito sob a mais rigorosa supervisão de Vigotsky, Piaget e muito mais. Não teve dúvidas: matriculou Cristiana na hora, lamentando o tempo perdido na modesta escolinha do interior.
Mas, Cristiana teve sérios problemas de adaptação. Não teve problemas de aprendizagem e com surpreendente facilidade, rapidamente destacou-se como uma das melhores alunas da sua classe. Os resultados eram excelentes e os elogios imensos, mas ainda assim Cristiana transformou-se numa criança infeliz. Sentia saudades.
Saudade da escolinha onde, ao lado das Ciências, aprendeu a cozinhar, consertar eletrodomésticos e olhar pela primeira vez um motor de automóvel. Saudade da Júlia, que ensinava Artes, estimulava esculturas com o barro do riacho, cobria as paredes de pinturas feitas por alunos e os fazia compositores de músicas que já não ouvia na linda escola de agora. Cristiana, ao lado de professores anódinos que transitavam por sérios problemas epistemológicos, não podia esquecer o dia em que sua classe incorporou-se ao trabalho dos lixeiros e saiu pela cidade em uma campanha pela vida, e nem mesmo suas visitas a feirantes, policiais, mecânicos e enfermeiros. Cristiana não podia deixar de lembrar o jeitão simples do Tonico, o professor de Geografia que fazia excursões de bicicleta para ensinar relevo e os obrigava a assistir o Jornal Nacional para aprender agitos internacionais – Meu Deus, onde ficara aquela História dos conflitos de todo dia, a Química nos cosméticos e nos perfumes levados de casa e a Física dos arremessos de vôlei ou corridas de Fórmula 1?
Foi impossível para Cristiana sepultar em suas lembranças os dias de sol de uma escolinha onde o que de mais importante aprendia era o aprender a aprender. Onde decifrou o que era uma pesquisa, diferenciou análise de síntese e soube aplicar em problemas novos, soluções conquistadas. Onde, pacientemente, construiu inevitáveis conexões entre a vida e as disciplinas escolares.
Na escola de sua saudade ficavam guardadas para sempre os toscos caipiras que a ensinaram a descobrir e que a estimularam a comparar, deduzir, classificar, construir.
Nunca mais foi possível em sua nova escola brincar de aprender. Aprender a brincar.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Ideias para ensinar Português
Quando falamos em educação, notamos a tamanha dificuldade de prender a atenção de nossos alunos nas aulas e esse é o grande desafio do atual século nas escolas. Entre outras causas uma delas e a metodologia usada pelos professores.
Pra ensinar português, podemos utilizar variadas ferramentas que estão a fácil acesso de alunos e professores:
> placas- é bem comum vermos por aí, placas com erros ortográficos como esses:
Esse tipo de atividade é interessante para trabalhar ortografia com nossos alunos. Como pesquisa, pede-se que os alunos pesquisem na cidade ou bairro onde moram, placas como essas, fotografem, tragam para sala e discutam com os colegas.
> Jornais
Por incrível que pareça, há alguns jornais que apresentam erros de português gravíssimos (já li alguns da minha cidade com alguns). O professor deve selecionar alguns e levá-los para a classe.
> Produção de texto
Produção de texto é muito importante. Não para ser corrigida e estocada na gaveta. A produção de texto é uma ferramenta poderosa que muitos professores desconhecem. Através das produções de texto, o professor pode fazer as "revisões" das produções. Por exemplo, o professor recolhe as produções, escolhe 2 ou mais, escreve-as na lousa ou cartolina, (não identificado aluno, é claro) e pede que os próprios alunos apontem as falhas existentes. É uma ótima forma de promover discussões sobre questões da língua portuguesa de uma forma bastante participativa e produtiva.
> Soletrando
É uma brincadeira que as crianças adoram e é muito bom para fixar questões de ortografia, acentuação e etc. Promova uma gincana, as crianças vão adorar.
Use novas ferramentas...Mude...Inove...Você vai ver como suas aulas vão melhorar!!
Grande Abraço
Flavia Cardoso
Pra ensinar português, podemos utilizar variadas ferramentas que estão a fácil acesso de alunos e professores:
> placas- é bem comum vermos por aí, placas com erros ortográficos como esses:
Esse tipo de atividade é interessante para trabalhar ortografia com nossos alunos. Como pesquisa, pede-se que os alunos pesquisem na cidade ou bairro onde moram, placas como essas, fotografem, tragam para sala e discutam com os colegas.
> Jornais
Por incrível que pareça, há alguns jornais que apresentam erros de português gravíssimos (já li alguns da minha cidade com alguns). O professor deve selecionar alguns e levá-los para a classe.
> Produção de texto
Produção de texto é muito importante. Não para ser corrigida e estocada na gaveta. A produção de texto é uma ferramenta poderosa que muitos professores desconhecem. Através das produções de texto, o professor pode fazer as "revisões" das produções. Por exemplo, o professor recolhe as produções, escolhe 2 ou mais, escreve-as na lousa ou cartolina, (não identificado aluno, é claro) e pede que os próprios alunos apontem as falhas existentes. É uma ótima forma de promover discussões sobre questões da língua portuguesa de uma forma bastante participativa e produtiva.
> Soletrando
É uma brincadeira que as crianças adoram e é muito bom para fixar questões de ortografia, acentuação e etc. Promova uma gincana, as crianças vão adorar.
Use novas ferramentas...Mude...Inove...Você vai ver como suas aulas vão melhorar!!
Grande Abraço
Flavia Cardoso
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