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domingo, 15 de julho de 2012

Um pouquinho sobre projetos


Quando falamos de projetos, lembramos logo de um tema específico que trabalhamos com nossos alunos de forma interdisciplinar e que culminamos após 2 a 3 meses no processo. Será??

Pesquisando sobre o assunto, achei uma matéria muito interessante no site da Nova escola. Ela me fez refletir sobre alguns pontos muito importantes para o desenvolvimento deste trabalho na escola. Coloquei só um pouquinho da riqueza que é este tema projeto. Mas vocês poderão acessar o site e ver na íntegra 14 perguntas e respostas sobre projetos didáticos.

O que é projeto??




Projeto: Um processo de aprendizagem interessante para os alunos.

     

A forma como é desenvolvido o projeto em sala de aula faz toda diferença!!  Se o professor não tiver o senso autoavaliativo pode cair na mesmice e desmotivar o trabalho com a turma. Muito cuidado!!!





Professor: Intermediador do processo.
       



Esse  ponto é muito importante!!! O professor tem o papel de estimulador,  promovendo a curiosidade do aluno a respeito do tema. 
        





O que não pode faltar em um projeto??


1. Tema: delimitar e conhecer bem o assunto que será estudado e pesquisá-lo previamente.
2. Objetivos: escolher uma meta de aprendizagem principal e outras secundárias que atendam às necessidades de aprendizagem
3. Conteúdos: ter clareza do que as crianças conhecem e desconhecem sobre o tema e o conteúdo do trabalho.
4. Tempo estimado: construir um cronograma com prazos para cada atividade, delimitando a duração total do trabalho.
5. Material necessário: selecionar previamente os recursos e materiais que serão usados, como sites e livros de consulta.
6. Apresentação da proposta: deixar claro para a sala os objetivos sociais do trabalho e quais os próximos passos.
7. Planejamento das etapas: relacionar uma etapa à outra, em uma complexidade crescente.
8. Encaminhamentos: antecipar quais serão as perguntas que você fará para encaminhar a atividade.
9. Agrupamentos: prever quais momentos serão em grupo, em duplas e individuais.
10. Versões provisórias: revisar o que a garotada fez e pedir novas versões do trabalho.
11. Produto final: escolher um produto final forte para dar visibilidade aos processos de aprendizagem e aos conteúdos aprendidos.
12. Avaliação: prever os critérios de avaliação e registrar a participação de cada um ao longo do trabalho.

Querem saber mais?? Acessem o site da Nova escola e boa leitura!!

Grande abraço,
Flavia Cardoso



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Vale a pena ver de novo!

   Estou adorando a nova série do fantástico Conselho de classe. E pra quem  perdeu, ai vai algumas reportagens da série.E pra quem assistiu, vale a pena ver de novo.
  É professores, é possível, e como é possível fazer a diferença!!!

Grande abraço

Flavia Cardoso

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Mapa conceitual - Projeto Político Pedagógico


     O Cmap Tools é um ótimo recurso para fazer mapas conceituais e sintetizar qualquer conteúdo. Ótimo para trabalhos acadêmicos e ótima ferramenta para a sala de aula. Pode ser encontrado para download gratuito em http://cmap.ihmc.us/  

Grande abraço,

Flavia Cardoso

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Vamos falar sobre Projeto Político Pedagógico?

Ufs!! Decidi!!!
Estou terminando a minha pós graduação em gestão escolar e coordenação pedagógica e,nesta reta final, já estou com a cabeça a mais de mil, pensando no meu TCC. Decidi fazer sobre um tema que vai me ajudar na atuação profissional e me fazer entender um pouco mais sobre todo o processo da produção do projeto político pedagógico.  Para alguns não passa de um documento que fica engavetado e, infelizmente,  é esta ideia que alguns profissionais da educação tem sobre o que eu chamo de "A bússula da escola". Uma escola sem Projeto Político Pedagógico é como uma escola a deriva em alto mar. Uma escola com o Projeto Político Pedagógico feito de qualquer jeito é como um barco que sai para uma viagem desprevenido.
    Minhas reflexões ao longo do processo,serão postas aqui no meu blog e espero poder socializar o meu estudo afim de ajudar outros profissionais com os mesmo milhões de dúvidas que eu sobre o PPP, tão importante para o bom andamento da escola.

Grande abraço
Flavia Cardoso

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Semana Literária Educação Infantil

Segunda-feira- Contação de história 

(história escolhida pela turma para composição do museu dos contos e outros).
-teatro com fantoches
-teatro com sombras (podendo usar o data show, Lanterna e etc.)
Dramatização coletiva e individual
Atividade – Modelagens de personagens com massinha para expor (sala de aula ou pátio)

Terça-feira Cantinho do conto: Toca com lençol (Trazer um lençol, fazer um cantinho para leitura provocando a curiosidade promovendo o suspense na hora da leitura com as crianças.
Atividade – Ilustração do Conto preferido
Sugestão: As crianças pintam a folha (na vertical ou horizontal) com giz cera de várias cores. Depois por cima, pintam de giz cera preto. Depois de feito, as crianças com lápis comum desenham (o fundo colorido, aparece nos traçados) Fica bem Legal!!

-Quarta-feira- Montar com as crianças o MUSEU DOS CONTOS. 
As crianças listam objetos que aparecem no conto escolhido e trazem para escola para montarem o MUSEU.
EX: Branca de Neve ( Maçã, roupa da Branca de Neve, Machado dos anões, espelho, adaga...) 
Os três porquinhos (martelo, pedaços de madeira, palha, areia, tijolo, carro de mão,...) 
Cinderela (sapato prata, abóbora, vestido azul*,...)
- Leitura de outros Gêneros textuais (Poemas, Fábulas, entre outros)

-Quinta-feira Pedir que as crianças tragam seu livro favorito de casa para montar o varal dos livros em sala. Promover momentos de leitura livre onde as crianças socializem os livros e recontem os seus contos favoritos. 
Atividade: Nos contos de fadas é bem comum existirem castelos, príncipes e princesas. Uma ótima proposta é estimular a criatividade das crianças na construção de castelos com caixas ou sucata para exposição.
Durante as rodas de leitura, levar os alunos para a área externa da escola, possibilitando aos alunos, fazerem leitura deitados, sentados ou em um tapete, proporcionando uma aula diferenciada em ambiente agradável.

-Sexta-feira
- Filme de contos de fadas
- Culminância com dramatização de contos
- Promover banquete e baile real.



Grande abraço,


Flavia Cardoso

domingo, 23 de outubro de 2011

Para abrir a semana literária... Príncipe Harum

Um conto diferente que pode ser contado de forma dramatizada, usando "caras e bocas". Experimente !


    Há muito tempo atrás, em um lugar muito distante, havia um reino governado por um rei muito justo. Por isso, era um país próspero, onde as pessoas se sentiam bem e viviam muito felizes. No palácio, moravam o rei, a rainha e a princesinha, filha dos dois e que era a grande paixão do monarca. 
     Tudo transcorreu em harmonia naquele lugar enquanto a princesa era criança, mas, depois que ela foi crescendo e se aproximando da idade de se casar, seu pai, o rei, começou a ficar intranqüilo. Ciumento como era, tinha medo do dia em que sua filhinha se casasse e fosse morar em outro lugar, longe dele. 
     Uma vez que a princesa era uma moça linda, alegre e simpática, sua fama logo se espalhou pelos reinos vizinhos e de todas as partes do mundo começaram a chegar príncipes interessados em se casar com uma jovem tão especial. O rei, como vocês devem imaginar, ficou desesperado e resolveu montar um plano para que sua filha não saísse de seu lado. Assim sendo, com cada príncipe que vinha pedi-la em casamento travava o seguinte diálogo: 
     — Muito bem, príncipe, já que você deseja a mão de minha filha em casamento, precisa provar-me que é forte e corajoso o suficiente para dela cuidar e eu poder estar tranqüilo de que ela estará bem. Para isso precisará enfrentar provas de coragem, força e astúcia, que o colocarão em risco. Estás disposto a enfrentá-las? 
    — Sem dúvida, majestade, estou disposto a provar-lhe o quanto sou merecedor de tão grande honra e responsabilidade como desposar sua linda filha! 
     E o rei, então, encarregava os príncipes de cumprirem missões dificílimas, longas e impossíveis, como buscar uma flor que nascia no pico da montanha mais alta, ou matar um dragão ferocíssimo que morava numa caverna de um país distante, ou ainda trazer um pedaço da barba do gigante mais temido. Desta forma, os príncipes partiam e jamais voltavam, perdidos pelo mundo ou mortos em algum canto em conseqüência de suas aventuras. E o rei permanecia feliz, com sua filha pertinho... 
    Um dia, estavam todos reunidos no salão real quando o arauto, batendo com a lança no chão, anunciou: 
   — Encontra-se nos portões do palácio um príncipe chamado Harum que, vindo de reino distante, pede licença para falar com sua majestade. 
   — Mande-o entrar — ordenou o rei. 
    Jovem, altivo e garboso, Harum entrou pela porta do salão inundando o ambiente de força e energia. A princesa, ao vê-lo, ficou imediatamente fascinada, e pela primeira vez desejou ardentemente que a prova fosse vencida e ela pudesse partilhar do convívio daquele jovem tão especial. O rei, percebendo a força do rapaz e o interesse da filha, sentiu como nunca o perigo de perdê-la se aproximando e resolveu que a prova que escolheria deveria ser mais terrível do que nunca. Assim sendo, diante do pedido de casamento feito por Harum, avisou-o da prova que teria que enfrentar e, diante de sua concordância em dela participar, anunciou-lhe: 
   — Para provar sua coragem e astúcia, deverás fugir durante 24 horas dos guardas e cães amestrados do meu reino, ficando todas as pessoas proibidas de ajudá-lo ao longo da prova. Se, depois do prazo corrido, conseguires voltar com vida a essa sala do palácio, poderás desposar minha amada filha. Estás disposto a enfrentar o risco da morte por ela? 
   — Sim, majestade. Pode dar início à prova quando achares conveniente. 
    O rei, nesse momento, levantou-se e ordenou: 
   — Que toquem todas as trombetas do reino dando início à prova, e daqui a quinze minutos que toquem novamente, para que todos os guardas e cães partam na perseguição mortal. 
    Todos os presentes ouviram as trombetas soarem com o coração nas mãos. A princesa, sufocada pela angústia, mal conseguia se controlar. A rainha, sem saber a quem agradar, se ao marido ou à filha, olhava de um lado para o outro, tentando descobrir o que pensava de toda aquela situação... 
   Seguiu-se, então, longa espera. De tempos em tempos chegavam notícias e todos paravam para ouvi-las atentamente. 
  — O príncipe Harum foi visto com vida no condado de Hamphisfire, escondido no celeiro de uma fazenda. 
   Os cães e guardas tentaram alcançá-lo, mas ele foi mais ágil, e fugiu! — anunciava o arauto. Suspirava de alívio a princesa, roía-se de raiva o rei, comentavam a meia voz a corte toda... 
   Horas depois o arauto voltava a anunciar: 
   — O príncipe foi pego pelos cães reais e estraçalhado. As notícias indicam que a prova está terminada. Caía em prantos a princesa, rejubilava-se o pai, permanecia em suspenso a rainha. A corte parava de sorrir e todos comentavam o fato entre sussurros. Era como se um véu baixasse sobre o reino. Mas quando tudo parecia perdido, chegavam novas notícias, vindas por outros emissários: 
  — O príncipe foi visto na vila de Sesquaire sobre os telhados de algumas casas. Emoção geral. A princesa quase desmaiava de alegria, o pai rugia de raiva! E, nesses encontros e desencontros das notícias, ninguém sabia o que efetivamente havia acontecido! Estaria o príncipe vivo? Teria morrido? A dúvida e a emoção pairavam no ar... 
    Vinte e quatro horas depois de iniciada a prova, encontravam-se todos no salão real. A princesa roía as unhas, tirando peles e sangue dos cantinhos... o rei, rugas na testa, mãos para trás, andava para lá e para cá... a rainha ora contava algo para a filha, ora caminhava em silêncio ao lado do marido. O clima era de expectativa geral, quando as trombetas soaram e as portas do salão foram escancaradas. 
    Pararam todos como autômatos. O silêncio era tão grande que se ouviam os corações batendo, quando o arauto entrou, bateu com a lança no chão e falou: 
   — O príncipe voltou. 
   — O príncipe voltou?!? — rugiu entre dentes o rei. 
   — O príncipe voltou!!... — murmurou a princesa. 
   — O príncipe voltou!?! — perguntava-se a rainha. 
     Adentrou, então, o salão o jovem príncipe, sujo e rasgado das aventuras e perigos que tivera que enfrentar para conquistar o amor da amada. A corte aplaudia em pé, entusiasmada, tanta coragem. É claro, leitor, que o rei não teve outra saída, e os dois jovens casaram-se e viveram felizes para sempre... Ou não?

sábado, 15 de outubro de 2011

Ao professor

     Chegamos a mais um fim de semana... E esse tem lá a sua particularidade, pois ele é seu professor.
É... Amanhã, 15 de outubro, seu dia. Um dia que pra alguns é um dia qualquer, sem importância. Mas para você, que todos os dias dá um duro danado pra fazer nossas crianças saírem da escola diferentes do que elas entraram, é um dia muito especial.
Pois só você sabe o quão árduo e importante é o seu trabalho. Dizer que é fácil, é utopia. Sabemos que na atual sociedade, os desafios só aumentam e ser professor é cada dia mais difícil... Falei difícil, mas não impossível porque ser ou não ser, depende de mim, depende de você. Depende se quero vencer ou deixar-me vencer. Depende de querer mudar ou continuar do mesmo jeito. Depende de mim...depende de nós... Eu posso perder a batalha, mas não a guerra... Ah se soubéssemos a dimensão da nossa capacidade, seríamos invencíveis...
Professor, você é especial!! Muito especial!!! Não deixe que ninguém diga o contrário. Você é o alicerce da sociedade, você é mãe, é pai, médico, cozinheiro, ator, malabarista... Você é um, mas é muitos... E por ser quem você é, que trabalha para mudar uma sociedade quase que desenganada, nesta data merece tudo de bom! Merece o mérito, o mais especiais pois você é vencedor!!!
Não vou dizer que tudo é belo e perfeito... Sabemos que não é mas não desista, mesmo que pareça impossível... "É importante bater na porta até abrir"... "É importante fazer das pedras do caminho, castelo!"...
Você tem capacidade de mudar a realidade! As dificuldades surgem não para nos paralisar e sim para reforçar a capacidade que todo professor tem de superar e vencer... Sei que as vezes está tudo nublado, é tempestade... dance na chuva. Pode ficar pior? Pode, mas não tema o futuro, ouse. E lembre-se: ACIMA DAS NÚVENS PRETAS, SEMPRE HAVERÁ UM CÉU AZUL! Tem aquele sorriso danado, tem aquele abraço, tem o resultado do seu trabalho... O caminho é difícil, mas no fim vale a pena. Você plantou sua semente que logo veras florescer.

São minhas sinceras palavras a um profissional ímpar, no qual admiro muito: Você professor!!
Parabéns!! Que papai do céu te abençoe grandemente!!!

Flavia Cardoso

"Quando o que somos é o que queremos ser, isto é felicidade." .

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Quem é?


Minha homenagem carinhosa à todos os colegas de profissão!
Parabéns!!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Eles sabem demais, eu sei de menos? Isso realmente é verdade?

     Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contemporânea, somos tentados a chamar “alguém mais novo” para nos auxiliar. Parece que eles sabem mais do que nós... Seja no celular, no computador, no DVD (que virou Blue Ray), no GPS... Parece que eles sabem mais do que nós... Quem já viu um adolescente lendo um manual de instruções?
      De fato, em comparação às gerações anteriores, os jovens de hoje têm um conhecimento inato acerca dos recursos tecnológicos contemporâneos. Nascem “alfabetizados digitalmente” e são surpreendentes de modo geral.
      De modo intuitivo ou empírico, todos vêm sentindo essas diferenças. Muito se deve às tecnologias contemporâneas. Os alunos parecem ser naturalmente plugados, conectados. A geração C – Geração do Conhecimento, da Conectividade, da Comunicação.
     Nós, ao contrário, somos frutos de uma educação tecnicista, compartimentada, analógica por assim dizer, anterior a todo esse movimento.
    As consequências são óbvias: sentimo-nos diferentes dos alunos e, às vezes, parece-nos que eles, nesse assunto, sabem muito mais do que nós.
Vamos por partes...
    Diferentes? Sim. Sabemos menos? Depende. Tem solução? Com toda certeza.
    Para entender a complexidade dessa questão, é preciso analisar as diferenças das gerações. Enquanto nossa educação e vivências nos proporcionaram uma visão verticalizada dos conhecimentos e das nossas habilidades, nosso aluno tem uma visão horizontal. E além de horizontal, inter- -relacionada.
    Nós executamos uma tarefa de cada vez, com grande dose de concentração, enquanto os jovens são multitarefeiros: estão plugados na web, navegando em sites, fazendo download de músicas e vídeos, teclando com 15 pessoas ao mesmo sobre assuntos diferentes no MSN, atualizando a página do ORKUT, com a TV e o rádio ligados e de quebra, ainda estão realizando as tarefas escolares ou estudando para as provas...
    É preciso desmistificar essa ideia de que eles sabem mais. Nossos alunos têm conhecimentos e habilidades diferentes dos nossos. Precisamos compartilhar e trocar com eles. Buscar entender como essas cabecinhas funcionam, qual lógica e qual linha de raciocínio utilizam... Precisamos nos aproximar dos nossos alunos, conhecendo o mundo digital em que vivem, respeitando e valorizando o conhecimento deles e fortalecendo e estreitando as relações.
     Do mesmo modo, devemos compartilhar com eles as nossas habilidades, em especial a de concentração que, cá entre nós, tem estado ausente da vida dos nossos pupilos.
Enfim, concluo este artigo com um convite à reflexão, partilhando um pensamento atribuído a Alfredo Martini Júnior

"Ensinar é um reflexo de aprender. Um espelha o outro! Quem ensina está aprendendo! Quem aprende está ensinando.


Texto maravilhoso publicado no site da Editora Construir, que socializo com os colegas aqui.

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Qual a diferença entre ler e contar histórias?