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domingo, 25 de setembro de 2011

Por que as crianças mordem?

      Essa pergunta é a mesma feita por pais e professores na Educação Infantil. É uma reclamação constante de pais que tem os filhos, vítimas dessa situação. Qual a  reação da escola e a ação dos professores frente à essa situação?
      Em primeiro lugar, as mordidas nessa etapa de vida são extremamente esperadas e absolutamente normais. Não é uma situação agradável pra ninguém: criança, pais, educadores e escola. Existem vários motivos para que a criança nessa fase morda.
     Desde o aparecimento dos primeiros dentes até os 2 anos, aproximadamente, as crianças costumam morder brinquedos, pessoas de seu convívio e objetos de seu dia-a-dia. Fazem isso em busca de novas sensações e movimentos, tomando assim, aos poucos, consciência de seu próprio corpo – de seu “eu corporal” e de seus limites. Tal característica também é conhecida como “fase oral”. Fase pela qual a criança começa a interagir com o mundo, através da sua boca. E é justamente através da boca que a criança faz importantes descobertas e começa a separar o que a constitui daquilo que constitui o outro. Provoca reações ao mesmo tempo em que revela diferentes e inéditas sensações.
      Outra razão para que as crianças mordam é a falta de domínio verbal. Por não saberem se expressar, muitas vezes mordem por conta da necessidade de se comunicarem. Assim conseguem, através das mordidas, expressar seu descontentamento, suas frustrações, seus desejos e necessidades. Mordem, então, por serem incapazes de se comunicarem com clareza.
      Em contrapartida, sentimentos de carinho e afeto também podem suscitar mordidas, justamente por serem emoções que ainda não podem ser nomeadas pela criança. Afinal, quantas vezes nós, adultos, expressamos amor por alguma criança, usando expressões errôneas, como: “Que lindo, dá até vontade de morder!” ou “Posso morder essa barriguinha?” . Não podemos esquecer que o adulto é, de fato, o primeiro modelo a ser seguido pela criança.
      E  como agir?

Continua...

Flavia Cardoso

domingo, 18 de setembro de 2011

A prova e o ato de avaliar... são iguais?? (parte 2)

    A  prova  pouco ou quase nada contribui para abordagem construtiva da avaliação da aprendizagem escolar. Segundo Luckesi (2003), Diz que a prova é:
Autoritária, pois o professor  controla disciplinamente os alunos;
Pontual, pois demarca determinadas épocas avaliativas do ano escolar;
Classificatória, pois delimita valores que aprovam e reprovam;
Seletiva, pois, conforme os parâmetros aceitáveis,os que não são aceitáveis são excluídos, sendo, portanto, antidemocrática.
     Comparando com os métodos aplicados para 'avaliar' nossas crianças, nada foge do citado anteriormente. Será que estamos avaliando ou somente aplicando provas, dando notas, aprovando e reprovando nossos alunos.
   A  avaliação da aprendizagem possui  características opostas a citadas por Luckesi. A AVALIAÇÃO TEM POR INTENÇÃO DIAGNOSTICAR A SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM DO ALUNO, BUSCANDO SUBSEDIAR A TOMADA DE  DECISÕES DOS PROFESSORES PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE DESEMPENHO. Portanto,é diagnóstica e processual, identificando qual e quais habilidades o aluno, naquele momento, não revela. Desse  modo, a avaliação diagnóstica e processual opera com resultados provisórios, pois está presente o conceito de que sempre há possibilidade de um novo estado mais satisfatório.
    A avaliação deve ser recurso de diagnóstico e  reorientação. Quando aplicada,  o professor deve achar meios de fazer o educando desenvolver as habilidade a qual mostrou dificuldades. Deve intervir durante a aprendizagem, possibilitando ao professor reajustar o programa  e reorientar o aluno.

E ai professor, você está sabendo avaliar??

Pense nisso,

Flavia Cardoso


Fonte de consulta: Caderno de letramento docente: Avaliar: tarefa de profissionais

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

É hora de avaliar. E agora?? (parte 1)

      Quando falamos de avaliação na escolas notamos a preocupação em pais e alunos. Notas e notas...
      Os professores, com ideia de dever cumprido, elaboraram suas provas e ficam  na expectativa dos resultados. Mas muitos professores  desconhecem a importância do avaliar, pois  não o sabem fazer. Aplicando as provas e registrando as notas, acham que o processo avaliativo ali  se fecha e um novo ciclo inicia. Afinal, PARA QUE SERVE A AVALIAÇÃO? SERÁ QUE É SÓ PRA DAR NOTAS? PRA APROVAR O RETER O ALUNO? SERÁ ESSE O VERDADEIRO SENTIDO DE AVALIAR?
     Lendo sobre o assunto, vi que estamos muito longe de saber avaliar os nossos alunos, mas  muito longe mesmo! Achamos que estamos avaliando, mas  na verdade a avaliação não funciona como deveria em nossas escolas.
    Antes de avaliar,cada profissional deveria se perguntar: para que avaliar? Alguns vão responder: " para dá a nota na caderneta. ERRADO, ERRADÍSSIMO! A nota é o que menos importa nesse processo. É necessária para a documentação do aluno sim, mas não é o mais importante.
     Paulo Freire diz:' A avaliação é a mediação entre o ensino do professor e as aprendizagens do professor e as aprendizagens do aluno, é o fio da comunicação entre formas de ensinar e aprender." Parece ser difícil  entender que avaliação nada mais é do que um DIAGNÓSTICO da forma de ensinar do professor e da aprendizagem do aluno. Ahhh...Se os educadores tivessem essa meta, tudo seria diferente, porque neste modo de avaliar a nota não é importante mas o que o aluno absorveu e o que não absorveu e porquê. Paulo Freire ainda diz que 'Avaliar, então, é também buscar informações sobre o aluno (...) é conhecer o sujeito e o seu jeito de aprender.
    Se não centrarmos  a avaliação como um diagnóstico onde o aluno , o professor e a prática pedagógica participam do processo, de nada há de valer esse instrumento tão importante.
   Avaliar só faz sentido quando serve para auxiliar o estudante a superar as dificuldades. A avaliação deve ser recurso de diagnóstico e reorientação da aprendizagem (Rozane Nicola)

Continua...
Grande abraço
Flávia Cardoso

** resenha crítica feita a partir da leitura  Avaliar: tarefa de profissionais de Rosane Nicola

terça-feira, 13 de setembro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O Papel do Professor



" Como é que eu incentivo a leitura? É mandando ler??? Não. O professor que manda estraga tudo. Incentiva-se a ler, lendo. O Professor tem que ser leitor pra então poder formar alunos leitores."
... A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar espanto e curiosidade...

Rubem Alves

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Educador...reflita!

 
    Como  somos mesquinhos diante de nossas limitações... Como desistimos fácil diante de  insignificantes obstáculos. Falar sobre as cores das flores??? Meu Deus é impossível !! (pensei eu, assistindo o início desse vídeo). Mas...Não era impossível, era um desafio!!
    Assistindo esse vídeo, o educador que há em mim acordou e se convenceu de que educar e fazer a diferença não é uma missão impossível. É apenas um desafio que  posso lutar pra vencer. O menino poderia ter dito: "Professora, eu sou cego. Como vou falar das cores se não as vejo?"  Ele não retrucou. Saberia que seria difícil, mas que com força de vontade e determinação, conseguiria...
     Acho que se eu me convencer que sou capaz e que posso vencer, tudo... tudo será bem diferente!!!

Reflita...
Grande Abraço

Flavia Cardoso