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segunda-feira, 18 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

Professor Leitor

      Formar leitores é uma das grandes tarefas do professor que luta incansável  para que seus alunos tomem o gosto pela leitura.  Mas como indicarmos a leitura, como incentivá-la se nós mesmos não sabemos o gosto maravilhoso que ela tem? Sim... Não indicaremos um sorvete com veemência a um amigo próximo sem antes termos provado da delícia não é mesmo?
      Falo de alguns professores que não lêem  e fracassam na tentativa de fazer de seus alunos leitores. Infelizmente essa é uma triste realidade. Não quero dizer com isso que  professor não ler. Ele ler, mas na maioria das vezes não com sede, não com prazer. Alguns  tem em sua história literária, várias leituras  e livros que ainda hoje estão empoeirados nas estantes. E posso até ousar em dizer que leram por conta de algum trabalho na faculdade ou para conclusão de um TCC. Infelizmente, devido as circinstâncias, leram de forma enfadonha, forçados por terem que  cumprir um dever. E isso se faz repetir em nossas salas de aula:." Hoje vocês levarão um livro para casa. Leiam e façam o resumo valendo nota para o 3º bimestre!"
      Ler leva ao gosto, ao prazer, ao vício, e ninguém melhor que o professor para fazer o papel de Sherazade, do contador de histórias, do aliciador que encaminha o aluno no mundo das letras e das palavras, mundo extraordinário e causador de prazer indescritível... Mas, será que o professor está preparado para promover essa iniciação ao vício da leitura?  
      Estudos comprovam que a leitura na escola ainda é tida como obrigação e usada como uma atividade avaliativa. Em casos extremos, há prova do livro para certificar-se de que o aluno cumpriu com a obrigação de ler.Como fazer alunos leitores, usando dessa  estratégia??  
       Rubem Alves (2001) acrescenta: o ato da leitura é uma experiência para ser vivida com prazer, experiência vagabunda, ou seja, solta, sem cobranças, sem relatórios, que não se deve ler para responder questionários, ou para interpretação, mas ler por puro prazer. Ler pelo simples gosto de ler. O conhecimento, a interpretação, o questionamento, vêm por acréscimo.
        E você professor? Ler pelo simples gosto de ler? Ler com prazer?  Não??  Como quer que seus alunos o façam?  
        A leitura trás inúmeros benefícios. Além do prazer, trás informação e conhecimentos tão necessários à nossa profissão. E só o professor leitor poderá formar alunos leitores.
        Portanto, o ato de ler não se baseia em devorar bibliografias, mas em ler continuamente e com seriedade os livros que os interessem; desfrutar desse prazer, permitir-se às carícias, ao toque. Sucumbir como o sultão, ante à delícia das palavras... Pois, já diz Rubem Alves (2001: Correio popular, Caderno C): Ler é fazer amor com as palavras.




Grande abraço


Flavia Cardoso

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Origami









Origami  é a arte tradicional e secular japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la.
Achei um site muito bacana que tem várias opções de trabalhar com essa arte... aproveitem!!



acessem: http://en.origami-club.com//animal/

Grande abraço!!
Flavia Cardoso

Páscoa

Idéia maravilhosa...diferente e linda!!
http://pragentemiuda.blogspot.com/

Coelhos feito com meias.
lindoss

Inclusão

        Muito se fala em inclusão. Mas será que a inclusão está presente na escola da atualidade? Será que nossos professores estão preparados para receber esses alunos?
        Fazer a inclusão acontecer na escola, não depende somente da adaptação do espaço físico. Algumas adaptações devem acontecer na cabeça de cada profissional que trabalha na escola. A formação contínua é muito importante para o corpo docente.
       Não adianta a escola aceitar um aluno( embora seja um direito do aluno em questão) e ficar com  a criança somente "enchendo linguiça", sem trabalhar da forma correta para  que ele vença seus limites e enfim aprenda. No Início da minha vida profissional, me deparei com uma situação muito difícil dentro dessa questão. Recebi um aluno em minha sala  do 1º ano com sindrome de Down. Ele era o maior da turma e o seu nível de aprendizagem era muito inferior do que o da turma. Eu, com toda a minha inexperiência,  e a falta de recursos que a escola disponibilizava, tive que me virar nos trinta. Como vocês devem imaginar. não foi positivo o resultado.
     Mas depois de muitos anos, vejo a mesma situação acontecer nas escolas, e são poucos os gestores que  se preocupam com a situação.
    Rejeitar o aluno não pode. Aceitar esse aluno requer uma preparação da escola no que se diz a espaço e a adesão de novos funcionários. Quem se habilita a  fazer tudo dentro da lei, aceitar essas crianças, fazê-las avançar e fazer a inclusão acontecer no ambiente escolar? Como solucionar esse problema?
     Temos um problema que precisa de uma solução.Vou estar fazendo uma pesquisa dentro desse tema que muito me interessa...e no caminho vou disponibilizar dados e informações para vocês. Aguardem.

Grande abraço